Retrospectiva 2016: Exclusivo! Promotor de justiça Carlan Carlo da Silva fala pela primeira vez sobre o caso Beatriz

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Promotor de justiça Carlan Carlo da Silva / Foto: Waldiney Passos

O blog Waldiney Passos traz à todos que nos acompanham na cobertura do caso Beatriz uma entrevista exclusiva com o promotor  do caso Dr. Carlan Carlo da Silva.

A entrevista foi realizada na sede da Promotoria de Justiça da cidade, e o promotor não se negou a responder as perguntas que foram elaboradas a partir de questionamentos dos leitores. Durante a entrevista  em certos momentos foi perceptível a emoção do profissional e do pai que tem filhos, inclusive com a mesma idade de Beatriz. A seguir a entrevista:

Blog Waldiney Passos – Esse crime chocou o Vale do São Francisco e tem sido pauta certa da imprensa local quase diariamente, e o povo de modo geral tem questionado a participação do Ministério Público, então qual tem sido o papel do MP no caso Beatriz?

Promotor Carlan Carlo da Silva – O Ministério Público em delitos de homicídio que a priori não tem uma razão dessa investigação ser conduzida ou como por exemplo, em crime cometido por policiais que justificaria a atuação do Ministério Público como presidente do inquérito, presidente da ação do procedimento de investigação ele é conduzido pela autoridade policial que é quem tem, inclusive, a atribuição precípua, apriorística de conduzir investigação, inicialmente é a polícia, só em alguns casos especiais é que Ministério Público conduziria esse procedimento, mas toda investigação é de certa forma acompanhada pelo Ministério Público, todo  pedido de prisão, de qualquer eventualidade no meio dessa investigação tem a participação do Ministério Público e também muitas vezes do Poder Judiciário, então esse acompanhamento do Ministério Público  primeiramente se deu ao saber que eu me tornarei o promotor para acompanhar essa investigação, eu já me disponibilizei, no dia seguinte compareci a delegacia para disponibilizar o Ministério Público como parte contribuinte para essa investigação e aí estive lá na delegacia, falei com a autoridade presidente Dra. Sara e me coloquei à disposição, tomei conhecimento sobre os procedimentos iniciais da investigação e aí aguardei, como é o papel do Ministério Público, as primeiras diligências policiais no sentido da solução da questão e somente 15 dias depois, que chegaram os primeiros pedidos com relação a intervenção do Ministério Público, que eu pude tomar conhecimento das diligências policiais que já tinham sido realizadas. Então a participação do Ministério Público, em resumo, é pelo acompanhamento das atividades que são realizadas mais diretamente pela polícia em casos desse tipo.

Blog Waldiney Passos – O senhor procurou a delegacia no dia seguinte e teve acesso aos autos no primeiro momento?

Promotor Carlan Carlo da Silva – Praticamente, ainda não havia autos por que as primeiras oitivas estavam sendo realizadas pela autoridade policial, estavam sendo ouvidas possíveis testemunhas e coletadas as primeiras provas. Então, ainda não havia uma formalização, quer dizer, já havia a portaria de início do procedimento, mas ainda não havia autos constituídos adequadamente para que possibilitasse o acesso, então o que eu pude fazer foi acompanhar em parte algumas parcelas das oitivas, mas deixei a condução para quem de direito, para quem tem a atribuição naquele momento, que era a Polícia Civil.

Blog Waldiney Passos – Já foi feita por esta promotoria de Justiça alguma diligência nesse caso?

Promotor Carlan Carlo da Silva – Eu não posso falar muito, mais especificamente sobre qual diligência, mas o Ministério Público já tem acompanhado esse caso mais de perto, a gente já realizou, inclusive, visita no local e fizemos contatos com peritos, tivemos várias reuniões com os delegados que conduziram o caso e também com peritos que também atuaram no caso para formar opinião e que nessas oportunidades o Ministério Público, eu na qualidade promotor, sugeri algumas providências que a polícia ficou de realizar.

Blog Waldiney Passos – Existem várias interrogações que se referem ao dia do crime, como por exemplo, o local não teria sido isolado devidamente, várias pessoas tiveram acesso a cena do crime o que de certo modo poderia alterar ou segregar algumas informações importantes para investigação, como o Ministério Público analisa esses questionamentos?

Promotor Carlan Carlo da Silva – Veja bem, acho que faz parte até da cultura ou da falta dela do povo brasileiro, de muitas vezes não ter esse respeito pela cena do crime até a chegada do policiamento. É fato também que muitas vezes pela falta de recursos a polícia não tem o tratamento adequado, a produção científica adequada para solucionar a causa e por isso a população termina sem respeitar por acreditar que haja realmente a necessidade ou pelo menos a possibilidade da realização desse trabalho científico de forma competente,  então é difícil saber em um caso de repercussão como esse, é lógico, que você tem a possibilidade de maior avinco da polícia no sentido de utilizar de maior monte esses recursos científicos, mas se for partir apenas em casos isolados se utilizar o método científico como forma de solução das questões sempre vai gerar essa problemática, quer dizer a polícia ainda é incipiente, a atividade científica da polícia ainda é inicial por melhor que seja, por mais avinco que você que tenha,  você não tem a expertise necessária e decorrente da experiência,  porque você utiliza os recursos que foram utilizados em um caso deste de notoriedade,  raramente, poucas vezes,  na sua formação profissional e aí a própria população também deixa de acreditar porque na maioria dos casos que elas foram testemunhas do fulaninho que morreu ali do lado dela, aquele vizinho dele, que não foram utilizados os mesmos métodos científicos, e não acreditando nesse método científico, termina por desrespeitar a cena do crime de análise rapidamente. O que leva a população a muitas vezes deixar de respeitar a cena de um crime não é uma responsabilidade apenas da população, é importante que a população crie no seu seio esse costume, essa prática de respeitar a cena do crime. É essencial para a solução desse, como vários outros crimes, mas também é necessário que as autoridades do poder público institucionalizado utilizem mais esses métodos científicos para a solução do crime para que a população acredite e veja acontecer a solução científica dos crimes, para acreditar nela e respeitar a cena do crime.

Blog Waldiney Passos – O que falta Dr?

Promotor Carlan Carlo da Silva – Falta recurso, falta priorização, falta uma política governamental no sentido de implementar essa polícia efetivamente cientifica, faz anos que eu aqui, sou testemunha e nós tivemos reuniões aqui com o IC- Instituto de Criminalística- o IML- Instituto Medicina Legal em que por várias vezes foi colocado a falta de recurso e a falta de recursos humanos e materiais da polícia para cumprimento dessa atribuição importantíssima, dessa transformação da nossa polícia técnico-científica que realmente investigue e solucione os casos com métodos científicos.

Blog Waldiney Passos –  Dr. Então a não preservação do local do crime pode ter sido também uma falha nesse caso específico?

Promotor Carlan Carlo da Silva – Uma falha que é difícil você dizer quando surgiu, uma falha da história da polícia brasileira, é difícil atribuir a uma cultura que é criada com esses fatores que eu acabei de mencionar a um fato em si. Eu não estava no local no momento do crime e eu não posso afirmar e não tenho formação técnica para isso. O que eu posso afirmar é que não há um trabalho cotidiano, eu acho que o que falta é um trabalho cotidiano da polícia com esses métodos científicos que tragam já um modus operandi ordinário para atuar, já sabendo como atuar e conseguir dessa forma ter mais eficácia no seu trabalho, pode ser, eu não tô afirmando, pode ser que se tenha contribuído para alguma falha inicial na coleta de provas, bem entendido que a prova não é apenas o estilo de provas científicas, isso facilita bastante mas não é a única prova possível, você tem outros métodos de provas, inclusive, científicos também que podem chegar ao mesmo resultado de fixação de autoria, pode conseguir chegar os autores ao autor do delito, mas realmente aquelas primeiras horas, aqueles primeiros momentos da execução, consecução de um crime, são essenciais para a sua elucidação. E se há um comprometimento neste momento pode haver realmente uma dificultação da solução da autoria.

Blog Waldiney Passos –  O fato do crime ter ocorrido em uma festa com mais de três mil pessoas, isso dificultou o trabalho das investigações?

Promotor Carlan Carlo da Silva – Exatamente. Teoricamente deveria facilitar, mas dificulta bastante, esse crime foi de uma coragem, de se colocar toda uma sociedade em choque da forma que foi colocado. Isso pode sinalizar para uma premeditação, bastante planejada, muito grande e, consequentemente, para uma dificuldade de elucidação. Um crime com tamanhas possibilidades, fatores, circunstâncias de levar ao um erro e a um flagrante que poderia ter ocorrido a qualquer momento naquela noite, ser realizado da forma que foi, com o sucesso que foi, sinaliza para um planejamento bastante bem feito.

Blog Waldiney Passos –  Da forma como ocorreu o crime e havendo a forte possibilidade de ter sido premeditado, o senhor acredita que foi direcionado para a garota Beatriz, ou a vítima poderia ter sido qualquer pessoa?

Promotor Carlan Carlo da Silva – Há as duas possibilidades o fato da criança, do alvo, ser membro da escola, filha de um professor da escola, não deve jamais ser afastado, não se descarta a possibilidade de se querer atingir a instituição escola, a igreja católica, os pais da criança,  naquela circunstância a morte de qualquer criança iria causar a mesma comoção, os fins de chocar a sociedade teriam sido alcançados de qualquer forma. Pode ter havido um planejamento para a criança ou para qualquer outra criança, o impacto na sociedade seria o mesmo.

Blog Waldiney Passos – Com sua experiência o senhor acredita que um crime dessa envergadura tenha sido cometido por uma pessoa só?

Promotor Carlan Carlo da Silva – É uma hipótese difícil para o sucesso que se obteve, toda a execução de crime que exigiu um certo tempo e muito planejamento, se torna geometricamente mais complicado de ser cometido por uma pessoa só, não significa que todas as pessoas que possivelmente contribuíram para o crime tivessem conhecimento do crime que se queria cometer, mas há uma possibilidade séria que haja a participação de mais de uma pessoa.

Blog Waldiney Passos –  O pai da Beatriz, professor Sandro, na última manifestação mostrou irresignação quanto ao funcionamento normal da escola logo após o cometimento do crime, isso poderia ter alterado o curso das investigações?

Promotor Carlan Carlo da Silva – Pode sim.  No momento que era importante a preservação do local seria essencial que um menor número de pessoas possíveis passasse perto do local da ocorrência, não só o local onde a criança foi encontrada. A escola, não estando em funcionamento, teria preservado melhor a cena do crime, quanto menos pessoas tivessem nas proximidades do local do crime seria melhor até para excluir a participação delas.

Blog Waldiney Passos –  As pessoas têm cobrado uma postura do Ministério Público e questionado a reserva deste órgão diante do caso, como o senhor avalia isso?

Promotor Carlan Carlo da Silva – É necessário manter a calma e necessário exercer adequadamente dentro da suas atribuições o que lhe é legalmente outorgado pela lei. O Ministério Público tem a função de acompanhar a investigação, mas jamais nesse acompanhamento pode prejudicá-la, no momento de coleta de provas, no momento de investigação, uma informação lançada na imprensa pode comprometer a investigação. O MP pode acompanhar, mas com o máximo de cuidado, muitas vezes a ajuda se dá com o silêncio. Muitos comentários podem comprometer a investigação. É importante manter o sigilo sobre fatos  específicos da investigação nesse momento.

Blog Waldiney Passos –  O crime do colégio Maria Auxiliadora, teria sido um crime perfeito?

Promotor Carlan Carlo da Silva – Eu não sei se é possível um crime perfeito, mas a audácia e o objetivo alcançados efetivamente de impor toda uma sociedade em xeque, de deixar toda uma sociedade com receio, deixar toda uma sociedade chocada, toda uma sociedade indignada, revela um maquiavelismo, uma consciência fria de como conseguir deixar a sociedade chocada, a forma da ocorrência deixa a impressão de que esse crime não foi apenas um crime especifico, um crime simples como outro qualquer que ocorre na cidade, foi um crime como o objetivo de atingir a sociedade de Petrolina e a sociedade nacional. Esse tipo de delito geralmente é feito de forma planejada para se obter o melhor resultado e foi obtido e essas circunstâncias apontam para uma frieza e um planejamento prévios para alcançar o objetivo da forma impactante que foi.

Blog Waldiney Passos –  Dentro dos requisitos colocados poderia ter sido a impunidade outro fator que ajudou o autor ou atores a tê-la como certa?

Promotor Carlan Carlo da Silva – Eu acredito que a polícia, o Ministério Público, tendo as condições necessárias dificilmente ficariam sem elucidar o crime. Eu não acredito numa falta de solução para esse crime. Um crime que não pode ser solucionado agora pode ser solucionado mais adiante. A Polícia Científica e o MP devem a sociedade do Brasil e ao mundo esse esforço com os recursos que detém. Um crime de tamanha frieza não pode restar impune porque é um péssimo exemplo para nossa sociedade.

Blog Waldiney Passos –  Já se passaram mais de 100 dias do assassinato, a sociedade não pode perder a esperança que o crime será desvendado, o fator tempo pode influenciar negativamente mas também positivamente para sua elucidação?

Promotor Carlan Carlo da Silva – O tempo a priori está contra a investigação, o decurso do tempo é logicamente contrário a investigação, a investigação mais eficaz é aquela que aglutina o maior número de provas nos primeiros instantes do crime, mas não se pode desprezar a possibilidade de você ter estes recursos usados com calma, com zelo e conseguir mesmo depois  algum resultado. Eu quero dizer que com os recursos que temos, que não são os ideais, mas são os existentes, são com os que devemos trabalhar, mas estamos envidando todos os esforços para desvendar o crime. O Ministério Publico está atuando, está tentando dentro das atribuições contribuir para a melhor forma para elucidação do caso. O fator do tempo é um demérito é um problema, e o fato de não se noticiar não significa um abandono, temos que ter cuidado com suspeitos, com a sociedade, inclusive comprometendo outras famílias, esses cuidados são necessários, bem como não divulgar as ações, mas não significa que não estão investigando e não significa que não existe esperança da autoria ser desvendada. Muitas vezes até o próprio comprometimento das provas iniciais que deveriam ter sido melhor realizadas pode está empurrando as investigação para a necessidade de produção probatória muito mais extenuante, muito maior para se chegar ao mesmo resultado que poderia se chegar com provas mais bem feitas realizadas no flagrante do crime. As vezes quando não se consegue assim a dilação probatória é muito maior, por isso a investigação demanda mais tempo.

Blog Waldiney Passos –  Até o momento não houve nenhuma representação pela prisão de ninguém?

Promotor Carlan Carlo da Silva – Não se tem indício suficiente de autoria, embora tenha da materialidade, pois o crime ocorreu para autorizar a prisão de ninguém e como o ato de cerceamento de liberdade de alguém é um ato gravíssimo, uma pessoa acaso presa por um delito de tamanha envergadura, terá todo seu arcabouço moral ético completamente comprometido e as suas relações pessoais, essa é uma providência grave e que só deve ser tomada apenas quando estritamente necessária e indícios fortes de autoria para se tomar uma medida dessa envergadura.

Blog Waldiney Passos – O momento pelo qual atravessa o Brasil, tem colocado em xeque a atuação principalmente da justiça, o que Vossa Excelência tem a dizer especificamente sobre o caso Beatriz  que  aparece no cenário do mundo do crime, como sendo de elucidação duvidosa, estariam os órgãos públicos de fato incumbidos de esclarecer o caminho certo para provar o contrário?

Promotor Carlan Carlo da Silva – Vejo como muito bons olhos o acompanhamento e interesse da população em relação ao judiciário, ao Ministério Público e a Polícia, e a compreensão sobre este caso. A democracia precisa se aperfeiçoar no sentido de ser mais exercida pela população.

Blog Waldiney Passos – Recentemente foi publicado na imprensa local a disponibilidade do perito e professor, o alagoano  George Sanguinetti  no caso, como o senhor avalia essa disponibilidade?

Promotor Carlan Carlo da Silva – Ele me formalizou essa disponibilidade, eu entendi que esse requerimento deveria ser avaliado pelo Procurador Geral do Estado. Ele propôs a dar essa contribuição de forma gratuita. Entendo que se trata de instituições distintas que são a Secretaria de Defesa Social e o Procuradoria Geral e assim sendo podem se reunir e decidirem, mas até o momento não recebi resposta.

Blog Waldiney Passos – Então a referência que ele faz as fotos do corpo da garota não teria partido desta Promotoria de Justiça?

Promotor Carlan Carlo da Silva – Eu já soube por outros meios que atos sigilosos desta circunstância, que só deveria saber quem estivesse na condução da investigação, isso efetivamente é uma falha difícil de avaliar de quem seja a responsabilidade, que é necessária até para a própria investigação, posteriormente deve-se buscar uma reunião com os agentes necessários para se evitar esse tipo de divulgação e saber como se deu essas falhas. Mas, o fato é que o Dr. Sanguinetti afirmou ter acesso a alguns registros fotográficos e ficou de nos enviar um posicionamento, vou verificar com a polícia em que nível seu deu o vazamento destas informações que podem comprometer as investigações.

Blog Waldiney Passos –  O disk denúncia ajudou?

Promotor Carlan Carlo da Silva – Até o momento não tenho notícia. Quem tiver registro fotográfico ou de imagem é importante que traga para a polícia porque pode de algum modo contribuir para a investigação.

Blog Waldiney Passos –  O senhor tem algo a acrescentar ou fazer alguma observação de algum ponto sobre esse assunto que não foi abordado?

Promotor Carlan Carlo da Silva – Foi ótimo. Eu fiquei reticente em prestar informações ou conceder entrevista com relação a este caso, mas entendi em algum momento que era importante falar para a sociedade de Petrolina e Pernambuco essa fé, essa ciência,  registrar o fato de não está se tomando nenhuma atitude. Os esforços devem ser melhor realizados por todos nós para elucidação do caso. Tanto o judiciário, o Ministério Público, a Polícia estão se esforçando para trazer a elucidação do caso Beatriz para deixar a sociedade mais tranquila. Isso é uma lição para a sociedade, para o Ministério Público, para a Polícia Civil para as instituições em geral dessa necessidade de desenvolvimento de ações cientificas da polícia, urgente. E para nós como sociedade, da necessidade de estarmos sempre unidos, contribuindo próximo as atividades das instituições para que funcionem da melhor maneira possível, instituição solta, longe da população tende a não funcionar de direito, isso está acontecendo a nível nacional e não é diferente em nível municipal. A sociedade tem que cobrar com responsabilidade, tem que participar tem que estar junto respeitando as atribuições de cada um.

Um Comentário

  • joseilton soares

    31 de dezembro de 2016 at 08:10

    Primeiro peço desculpas ao seu blog,que se de alguma forma vinher a degredir a imagem do mesmo. Mas sinceramente algumas perguntas que foram feitas ao promotor é de uma ibecilidade total,todos que acompanham esse crime,sabe que o ministério público de nada acrescentou de favorável para a solucao,o certo seria o MP,fechar o Colégio auxiliadora,até a elucidação do crime. Tenho certeza que com essas medidas o crime já teria sido solucionado,sabe porque? Porquê quando se feri o bolso de uma instituição dessa logo pede se a solução imediata. Faça isso MP,e logo tudo se esclarece.

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