HU-Univasf realiza mais de 15 mil atendimentos em 2017

(Foto: Divulgação)

O Hospital da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf) divulgou, nesta quarta-feira (28) dados sobre o desempenho da unidade durante os cinco primeiros meses deste ano.

De janeiro a maio foram realizados 15.472 atendimentos de urgência e emergência, 11.008 consultas ambulatoriais, 3.723 internações e 2.220 cirurgias. Um dado que chama atenção é o número de 437 cirurgias gerais, apresentando um crescimento de mais de 50% em relação ao mesmo período em 2016, quando foram executados 229 procedimentos.

A chefe da Unidade de Cirurgia Geral do HU-Univasf Sandra Lucia Peres, agradeceu a todos os profissionais do hospital que direta ou indiretamente contribuíram para o alcance de um número tão expressivo e destacou a importância dos residentes.

“A participação dos residentes é essencial. Eles são a nossa força motriz, estimulando o restante da equipe e atuando, junto com seus preceptores, em todas as etapas do atendimento aos pacientes”, disse.

Diversas medidas vêm sendo tomadas para potencializar os serviços disponibilizados pelo HU-Univasf, como: o aperfeiçoamento contínuo para otimizar a utilização das salas cirúrgicas, as parcerias com os municípios de Petrolina-PE e Juazeiro-BA para cooperação técnica que possibilitam os mutirões de cirurgias de traumato-ortopedia e o empenho para tornar o completo o quadro de profissionais do hospital.Apesar dos dados positivos, o HU-Univasf reconhece que ainda existem entraves que interferem na prestação do atendimento. Os problemas são causados, principalmente, pela alta demanda que a instituição recebe dos municípios integrantes da Rede Interestadual de Atenção à Saúde do Vale do São Francisco (Rede PEBA).

O HU-Univasf é referência para o atendimento de urgência e emergência de média e alta complexidade, mas devido a deficiências em outras unidades de saúde da Rede, o hospital acaba atendendo casos fora do seu perfil assistencial.

“O que cobramos dos gestores da Rede PEBA é a ampliação dos serviços ofertados em outras unidades da Rede, pois nossas equipes encontram-se sobrecarregadas e não temos número suficiente para atender a todos no tempo desejado, visto que, sempre temos mais pacientes internados do que a quantidade disponível de leitos, muitas vezes, ocupados por pacientes que deveriam estar noutro hospital”, afirmou o superintendente do HU-Univasf Ronald Mendes.

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