Perpétua Rodrigues: confira a entrevista da candidata ao blog Waldiney Passos

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Esta é a primeira vez que Perpétua se candidata a prefeita de Petrolina./ Foto: Giomara Damasceno

Maria Perpétua Rodrigues é natural de Petrolina, no Sertão Pernambucano, Tem formação técnica em Agropecuária e em Patologia Clínica, função que exerceu por 25 anos, como funcionária pública da Secretaria de Saúde do Estado de Pernambuco. Atualmente, está lotada na 8ª GERES, realizando serviço administrativo.

Mãe de três filhos, Perpétua começou a militar através da organização dos trabalhadores e trabalhadoras no Hospital Dom Malan em 1990, onde foi criada a associação da qual fez parte da direção. Participou de movimentos sociais e de várias ONS, em que teve formação de gênero, políticas públicas e direitos humanos.

Na década de 90, ela era simpatizante do Partido dos Trabalhadores (PT), também foi uma das fundadoras do PSTU no Estado e na cidade. Foi candidata  a vereadora em 1996 e 2012 pelo PSTU,  em 2013, filiou-se ao PSOL, partido em que lançou sua candidatura a prefeita de Petrolina.

Confira a entrevista com a candidata a prefeita de Petrolina, Perpétua Rodrigues.

*** áudio disponível no final da matéria

1-Por que a senhora acha que deve ser eleita pelo povo de Petrolina?

– Bom dia, Giomara! Fico grata em poder estar aqui dando mais uma entrevista, que é uma forma da gente poder passar para a população de Petrolina nossa proposta de governo, passar nosso pensamento através da mídia, através da imprensa, porque infelizmente, no guia eleitoral nós não temos essa oportunidade, o tempo é curto e a partir do momento que nós temos essa oportunidade através dos blogs, isso nos favorece.

Porque ser candidata a prefeita de Petrolina? Primeiro, Petrolina vai ficar na história por ter duas mulheres candidatas. É a primeira vez que Petrolina tem uma candidata mulher, eu e a Isabel. A Isabel tem uma história na Zona Rural, trabalha no sindicato, foi da Diocese. E eu fui do Sindicato da Saúde do Estado de Pernambuco (SINDSAÚDE), do qual fui diretora de subsede, delegada e por último fui coordenadora geral do SINDSAÚDE no Estado de Pernambucano, que é a segunda maior categoria. Nós estamos em um momento muito crítico na questão da eleição. A crise política em nosso país hoje favorece a falta de credibilidade das pessoas na política e nos políticos. Então, esse ano é um ano eleitoral que deve ser analisado e revisto, analisando não só o perfil da pessoa, mas analisar também o que de fato querem, qual o projeto que têm para Petrolina, que tipo de projeto?. Nós temos dois projetos em jogo, nós temos o projeto em relação ao poder popular e uma gestão democrática, portanto, nós estamos aí com esse projeto.

2. Diariamente Petrolina como um todo sofre com esgotos estourados, dejetos jogados de modo irregular no Rio São Francisco, em que parte do seu plano de governo entram as discussões atinentes ao meio ambiente e a preservação do Rio São Francisco?

– A questão do nosso rio é uma questão emergencial, urgente, porque é preciso salvar o rio, porque o rio é a água que produz para a população não só de Petrolina, mas também para as cidades ribeirinhas e essa questão dos dejetos e dos despejos dos esgotos no rio São Francisco é fundamental e urgente para ser erradicado, porque há essa necessidade. Nós temos o plano diretor, a longa história de Petrolina, há muitos anos que vêm essa questão do despejo dos esgotos no rio São Francisco. Portanto, governos passaram, vários governos tiveram na Câmara, vários partidos tiveram na Câmara, na Prefeitura e nada fizeram em relação ao rio São Francisco. No saneamento básico nós temos bairros com mais de 15, 20, 30 anos que vêm sofrendo ao longo da história com a questão do saneamento básico, dos esgotos nas ruas. Então, é fundamental que nosso programa de governo, nós vamos investir sim na erradicação dos esgotos que caem no rio São Francisco, rever as lagoas de estabilização e o que for de competência do município nós vamos fazer e o que for de competência do Estado nós vamos cobrar. Como o município é responsável por toda a questão da construção e reestruturação do saneamento básico e do esgoto, claro que nós vamos fazer isso de imediato, até por que saneamento é questão de saúde pública e nós precisamos sim erradicar. E também a revitalização porque os recursos já vieram antes e continuam vindo, então, a gente precisa salvar o nosso rio e Petrolina será a cidade piloto em erradicar os esgotos do rio e fará parceria com todos os municípios e cidades ribeirinhas do nosso rio São Francisco para que possamos salvá-lo.

03. Ruas esburacadas, trânsito caótico e vias perigosas em todos os sentidos, isso tanto na cidade quanto nas vias de acesso a Zona Rural. Esse é o cenário de boa parte das vias de Petrolina. A situação demonstra a ausência de grandes investimentos em projetos que auxiliem na melhoria da mobilidade urbana e da infraestrutura, não é privilégio apenas de zonas periféricas da cidade. Como a senhora pretende administrar este problema?

– A questão da mobilidade urbana é um problema sério, vem pela questão do transporte público, pois deve ter um transporte público imediato. Ônibus de qualidade que dê realmente condições para as pessoas optarem pelo ônibus. O transporte hoje não é público, é coletivo, por concessão de empresa. Então, em nosso governo vamos fazer a avaliação dos contratos e vamos cobrar dessas empresas que prestam serviços de transporte para que venham a ter qualidade, para que as pessoas possam optar pelo transporte público. Construção de centro de vias para o uso de bicicletas, para que possamos também, tanto ajudar a questão do meio ambiente, como também a questão física das pessoas, e pavimentação das ruas com uma pavimentação ecológica. Arborização para que as pessoas possam andar e ter o prazer de andar. Rever as questões das calçadas, pois precisam está preparadas para que as pessoas possam caminhar, porque hoje a gente anda no meio da rua e de repente pode levar uma “topada” e cair. Então, a gente precisa investir na questão das calçadas e nós vamos investir juntamente com as empresas e com o comércio. É preciso construir duas vias de viadutos para que possa fluir o fluxo. Mas, a partir do momento que nós implantarmos o transporte público de qualidade, que nós vamos, inclusive, disponibilizar o passe livre para os estudantes. Dessa forma, vai dormir o fluxo de trânsito de carro e de moto, porque vai ter transporte, as pessoas vão optar em deixar seus veículos em casa e quem vai agradecer será a natureza e a população, ou seja, vamos sim fazer o trabalho tanto no centro da cidade, quanto nos bairros periféricos, quanto na Zona Rural. Com certeza, essa mobilidade será revista para que as pessoas possam de fato trabalhar e poder viver dignamente em nossa cidade.

03. O transporte deixa a desejar, recebemos constantemente reclamações no blog. De que forma seu projeto de governo irá tratar os usuários do transporte público? Existe no seu plano de governo proposta para novas concessões de empresas de transporte público?

– Primeiro quero deixar claro que o transporte público em Petrolina hoje ele não é público, é coletivo, por meio de concessão de empresas. A prefeitura tem a obrigação de garantir o transporte para ir e vir, seja ela com a sua própria frota, ou com uma concessão. Nós vamos rever essas concessões de empresas. A princípio nós vamos precisar investigar, caso as empresas não entrem dentro dos critérios que nós vamos garantir, que é a questão do transporte público de qualidade, a questão da acessibilidade, porque é preciso que todos os ônibus tenham acessibilidade, não só alguns, mas todos os ônibus têm que ser adaptados conforme a necessidade da população, principalmente dos deficientes. A questão do passe livre é fundamental, pois ele é para todos os estudantes e não um passe livre limitado, além de ser possível sim, porque já temos treze cidades do nosso Brasil que já têm passe livre que têm transporte gratuito, ou seja, tarifa zero, porque a própria prefeitura cria a empresa de ônibus do município. A partir do momento que fizer o passe livre, vamos negociar com as empresas que prestam serviço e após isso já substituir a frota para que ela possa de fato ter uma empresa pública do município, criando Fundo Municipal, que vai garantir, vai ser bom para os trabalhadores, que vão parar de contribuir com 6% do seu salário, vai ser bom para os empresários que também vão ter a sua contribuição e a gente vai fazer uma parceria para criar esse fundo de transporte com um conselho de transporte para que possamos de fato dar um transporte público de qualidade. A longo prazo nós vamos chegar na tarifa zero e a uma empresa pública administrada pela própria prefeitura com concurso público para que os profissionais se desenvolvam.

05. A violência que estamos vivenciando nos últimos meses em nossa cidade tem causado pânico nos munícipes de Petrolina. Qual a proposta para inibir a criminalidade e proporcionar mais segurança para a sociedade?

– Essa questão da segurança ela tem duas vertentes: primeiro, a questão das estruturações das famílias, a falta de oportunidade e a ociosidade não só dos jovens, mas da população em geral. Quando você fica ocioso, que não tem pra onde ir, que não tem o que fazer, termina indo para o mundo do crime ou a via das drogas ilícitas e lícitas, como cachaça que é uma droga lícita e liberada, mas é uma das drogas que pesa muito na questão da violência no nosso município e nas redondezas. Então, a violência ela tem que ser revista, tanto na questão ostensiva, em um primeiro momento, ou seja, fazer concurso público para ampliar a guarda municipal, dar estrutura a guarda municipal para que ela possa trabalhar com toda estrutura e aparelhamento que possa devolver suas atividades, cuidar da iluminação pública nos bairros, rever esses terrenos baldios entre casas que às vezes ficam como meio de esconderijo, ou seja, ter sempre uma fiscalização. Isso seria o primeiro momento, que seria a questão de curto prazo. A longo prazo, a gente vai trabalhar a questão da educação, pois a violência e a segurança não podem ser vistas somente como policiamento ou construção de presídio, mas sim a educação, educação de transformação que existe na cultura, no esporte, para que possa desenvolver os jovens, para que possa devolver a comunidade enquanto ser social, aprendendo a respeitar o outro. E, para isso, é preciso de ações e atividades que venham a desenvolver para que possa envolver a sociedade para inclusão social e criando oportunidade de emprego, de geração de renda, para que a população de fato possa sair dessa violência. Então, nós vamos sim conseguir implementar esse programa de governo.

06. Como a senhora pretende incentivar programas de educação de base, garantir treinamento profissional e melhoras na qualidade de trabalho de professores, garantir bolsas de estudo e cuidados para os filhos de pais que trabalham e acesso igualitário à educação em todos os estágios escolares?

– Para a questão da educação nós temos que ter primeiro um projeto político pedagógico onde vai ser discutido junto com os pais dos alunos, os professores e a equipe da escola, para juntos discutirmos o que é melhor para a escola, seja ela na área de ensino fundamental, de nível médio, ou na universidade. Nós temos as creches que já são o início da alfabetização, porque a alfabetização tem que ser qualidade, pois é a base do estudo para chegar na universidade. Então, eu preciso rever que tipo de ensino está sendo aplicado, qual aproveitamento, como é que está sendo realmente discutido, qual é o perfil, como estão os alunos, qual elevação deles, se a metodologia que está sendo usada realmente favorece, ter um ensino de qualidade, fazer concurso público para incentivar a questão dos professores e da equipe geral da escola. Valorizar os professores, elevação salarial, discutir o ambiente da escola, incentivar também a questão da agricultura principalmente na escola, hortas comunitárias, horta escolar e incentivar o esporte dentro da própria escola, envolver os alunos na cultura dentro da escola, ou seja, fazer a escola integral. Temos também que buscar a questão da Facape, que é uma autarquia, mas que paga, então, tem que ser pública para que tenham oportunidade, para que as pessoas que não tenham condições de pagar uma universidade possam ter essa oportunidade de fazer faculdade. Nós vamos trabalhar dentro dessa questão, na qual a população tenha oportunidade e tenha o direito, porque a educação e saúde são direitos universais e nós vamos garanti-los buscando tanto ao Poder Estadual, quanto é o Poder Federal porque os recursos vêm e nós vamos investir 100% na educação do nosso município.

07. A questão de saúde pública é um dos grandes desafios dos governantes e uma das maiores preocupações da população. No Brasil, o SUS (Sistema Único de Saúde), que tem como função atender à população, tem cada vez mais apresentado falhas, e isso é cada vez mais notório através das filas de esperas  para marcação de exames e consultas em muitas especialidades, bem como a dificuldade para contratação  de mão obra qualificada, ocasionado muitas vezes pela falta de prestador de serviço, já que a tabela SUS está defasada.  Outro grande problema, considerado pelos especialistas do SUS, como um dos grandes nós para gestão em saúde, é a falta de recurso e o subfinanciamento do sistema.  Diante dessa realidade e da atual situação do País, como a senhora, se eleita for, pretende governar e quais as principais ações no seu governo voltadas para melhoria da saúde no município?

– Primeiro que a saúde, a gente entende de saúde e a população vê a sua saúde como posto de saúde, como hospital, como médico, não, a saúde é o saneamento básico, moradia digna, água tratada, alimentação de qualidade, sem veneno, a questão do saneamento faz também parte da saúde, lazer faz parte da saúde. Então, nós vamos investir primeiro na questão da promoção e prevenção, que seria investir nesses itens que eu falei, porque a saúde depende de vários fatores. Agora tratando-se de doença, os postos de saúde têm que estar preparados, têm que ter atividades imediatas e o PSF (Programa de Saúde da Família) precisa ser implementado. O Sistema Único de Saúde (SUS), foi uma luta do povo no qual muitas pessoas morreram para que nós pudéssemos ter esse plano e infelizmente ele não foi implementado como deveria, como está na lei, porque não existe interesse na implantação do Sistema Único de Saúde e o SUS, nós temos que defendê-lo. Saúde não pode ser vista como comercialização, ela tem que ser vista como um programa de Governo, programa de Estado, direito, pois é um direito do cidadão ter assistência saúde, seja branco ou negro, ou dependendo da questão econômica. Mas é preciso ter sim a questão da saúde pública, então, nós vamos garantir que a saúde seja pública e de qualidade e nós vamos rever essa questão da terceirização, que é um dos casos que prejudicam a saúde pública, porque a terceirização não pensa na qualidade, ela pensa na quantidade. Por isso que nós vamos rever os hospitais que têm hoje, a questão da construção do LACEN, um laboratório que possa de fato atender a população sendo um laboratório clínico ou laboratório de imagens. Os recursos existem e o que está faltando é a boa administração e nós vamos administrar para que seja de fato concretizada a saúde no nosso município.

08. O Brasil sediou as Olimpíadas e o que se viu foi uma reclamação geral por parte dos atletas no que se diz ao incentivo e Petrolina sofre com a ausência de projetos públicos direcionados para o esporte e lazer com qualidade, principalmente para os jovens. A senhora tem algum projeto voltado para o esporte? Quais?

– Primeiro sobre essa questão do esporte, inclusive, nós já temos propostas que já foram entregues através da APA (Associação Petrolinense de Atletismo) com propostas muito boas e nós já estamos analisando essas propostas que foram entregues. E já está no nosso governo a questão do investimento no esporte, tanto formal quanto profissional e trabalhando na escola, através da própria escola, incentivando todas as modalidades, como também criar a secretaria, pois vem recursos para o esporte, mas infelizmente esses recursos não são destinados como deviam. Investir nas modalidades, temos pessoas que trabalham na capoeira, tem outros tipos de esporte, modalidades. Nós vamos investir para que as pessoas possam de fato praticar e Petrolina possa ser uma cidade onde o esporte seja também prioridade, não só pela questão da saúde, mas para que possa concorrer, para que tenha profissionais, pessoas capacitadas para concorrer, inclusive, fora do país. É preciso que se invista nas escolas, nas comunidades, criar espaços nos bairros para que as pessoas possam participar, incentivar os professores de educação física para que possam fazer esses trabalhos nos bairros e possam de fato implementar o esporte nos bairros. Petrolina é um município com mais de 300 mil habitantes e requer de fato um investimento e qualidade, e nosso governo fará isso.

09. Que avaliação o senhora faz desta entrevista?

– Foi ótimo, até por que são temas que são abordados sempre nas entrevistas e que são temas que, hoje, a população de Petrolina clama para que venha a ser feito. O nosso programa de governo, nós vamos fazer ações e atividades que sejam para hoje e para amanhã. Eu agradeço essa oportunidade e com certeza eu espero que as pessoas avaliem não só programa de governo, mas que tipo de projeto para Petrolina, que tipo de Petrolina nós queremos, que tipo de sociedade, que tipo de escola, que tipo saneamento, de saúde nós queremos? Todos que já passaram e só têm promessas e promessas. Nós não podemos viver só de promessas, precisamos de ações, e essas ações concretas a Frente de Esquerda Socialista vai, com certeza, implementar. Porque, primeiro, que as grandes campanhas milionárias deram no que deu. A questão da corrupção, desvio de dinheiro. Então nossa campanha é uma campanha humilde, mas com pé no chão e confiante de que a população de Petrolina vai avaliar nosso programa de governo, nossos projetos e que nós somos o projeto diferenciado, um projeto que é para o povo, para trabalhar com o poder popular, onde as pessoas vão contribuir, vão participar, criando comissões nos bairros e tem os outros que estão voltados mais para o capitalismo, para o agronegócio, para as grandes empresas e não deixa claro a questão das propostas públicas enquanto direito, enquanto a vontade da população. Com certeza Petrolina fará uma boa avaliação e vai nos ajudar a eleger duas mulheres para governar com a Frente de Esquerda Socialista.

Considerações finais

– Só tenho agradecer mais uma vez, espero que a população faça uma avaliação crítica. Nosso país está passando por um momento muito crítico na questão política, a revolta, o descontento, as pessoas estão em protestos. Quero dizer: não votem nulo, não votem em branco, nós temos opções. Ao longo das últimas duas eleições o companheiro Rosalvo que esteve como candidato a prefeito de Petrolina, então o PSOL, vem apresentando pela terceira vez uma opção de escolha para Petrolina. Não adianta apenas rotular que todo mundo é igual, primeiro temos que dar oportunidades as pessoas que estão aí, pessoas honestas. Nós temos uma luta de mais de 20 anos, temos uma história no nosso município, tanto eu, quanto a Isabel. Então, nós estamos dispostas e com fé em Deus, primeiro Deus e depois o povo, porque fracos são os que se vendem e fortes são os que resistem nesse sistema em que vivemos. A saúde, educação, saneamento básico, esporte, lazer, cultura e a questão da mobilidade, são fundamentais para a população de Petrolina. Então todos os eleitores no dia 2 de outubro façam uma reflexão, analisem, porque não dá mais pra gente esperar mais quatro anos, não dá pra gente arriscar por mais quatro anos e não dá mais pra gente ficar no sofrimento, principalmente, na área da saúde, que está na mão do terceirizado, que realmente não atende e não resolve a situação, ou seja, rumo à nossa vitória. Estou confiante que o povo vai sim nos eleger, nos dar essa oportunidade de governar Petrolina, duas mulheres vão mostrar que é possível duas mulheres governarem com o poder popular e como a participação do Povo.

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