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Após receber informações sobre o paradeiro de Alisson, Lucinha Mota entra em greve de fome para conseguir mandado de busca e apreensão contra o acusado

Policiais cercam residência de Alisson Henrique. (Foto: Preto no Branco)

Pouco mais de sete meses após o Tribunal de Justiça de Pernambuco decretar a prisão preventiva de Alisson Henrique de Carvalho, ex-funcionário do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, acusado de obstruir as investigações do Caso Beatriz, a busca pelo foragido parece estar próxima de ser encerrada.

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No final da manhã desta quinta-feira (18), Lucinha Mota, mãe de Beatriz, recebeu informações do paradeiro do acusado. De acordo com a reportagem do Portal Preto no Branco, que conversou com Lucinha, uma fonte anônima informou que Alisson estaria em sua própria residência, localizada em um bairro periférico de Petrolina (PE).

De posse das informações, Lucinha acionou a Polícia no intuito de que a prisão fosse cumprida. No entanto, segundo Lucinha, uma pessoa que está dentro da casa de Alisson não abre a porta, e os policiais precisam de um mandado de busca para adentrar o imóvel.

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Pais de Beatriz se reúnem com presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara dos Deputados

(Foto: Reprodução/Facebook)

Lucinha Mota e Sandro Romilton, pais de Beatriz Angélica Mota, se reuniram com o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, em Brasília. O encontro aconteceu na terça-feira (18), no momento em que a Comissão se dispôs a dar voz à luta do casal.

Helder Salomão (PT-ES) se comprometeu a, dentro das prerrogativas dos deputados federais, cobrar celeridade nas investigações do crime. Para quem não lembra, Beatriz foi morta em 2015, no Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora e desde então, apesar da repercussão do caso, ninguém foi preso.

No encontro com o deputado, os pais de Beatriz relataram a luta incansável por justiça. Ele recebeu um relatório que aponta várias falhas na investigação feita pela polícia de Petrolina e pede a federalização do caso. Também estiveram na reunião o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ), Tulio Gadelha (PDT-PE), que se comprometeu a abraçar a causa.

Lucinha e Sandro foram acompanhados pelos advogados Jayme Badeca, presidente da Comissão Especial da subseção OAB Juazeiro, Valentine Oliveira, secretária de formação do PSOL e Paulo José presidente, do PSOL de Juazeiro (BA).

Lucinha Mota afirma que colégio se contradiz sobre imagens deletadas no dia em que Beatriz Angélica foi morta

(Foto: Blog Waldiney Passos)

Mãe de Beatriz Angélica Mota, Lucinha Mota questionou o posicionamento do advogado do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora em creditar à Polícia Civil de Petrolina a responsabilidade de apagar as imagens do sistema de monitoramento no dia 10 de dezembro de 2015.

Para Lucinha o posicionamento da instituição não condiz com os fatos. “Desde quando as imagens foram divulgadas eu tive acesso às informações, são provas reais. Contra fatos não há argumentos, o dia e a hora de quando as imagens foram apagadas dentro do Colégio. É uma prova técnica, está lá”, afirmou ao programa Super Manhã com Waldiney Passos de segunda-feira (14).

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Há três anos Lucinha e seu esposo, Sandro Romilton batalham incansavelmente para solucionar o caso e novamente veio a público cobrar o colégio onde Beatriz foi morta. Ela lembrou que na época do crime a instituição afirmou não ter câmeras de monitoramento, fato que representa uma contradição. “Um dia eu vou ter oportunidade de perguntar diretamente a Allinson e ao Colégio Auxiliadora e se eles quiseram já de pronto responder, é por que, no dia 10 de dezembro de 2015 o Colégio Maria Auxiliadora não entregou essas imagens à polícia?”, questionou.

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Lucinha Mota pede ajuda para obter informações sobre Allinson (Foto: Blog Waldiney Passos)

32 dias após o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) decretar a prisão de Allinson Henrique Cunha, a Polícia Civil de Petrolina ainda não conseguiu localizar o ex-funcionário do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, apontado nas investigações do Caso Beatriz como responsável por apagar imagens das câmeras de monitoramento no dia em que a garota foi morta.

Na sexta-feira (11) Lucinha Mota, mãe de Beatriz Angélica Mota, esteve no Recife em busca de informações sobre o recurso perpetrado pela defesa do suspeito. Para Lucinha, é importante a prisão de Allinson para esclarecer algumas perguntas que há três anos estão sem resposta.

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“A gente levanta uma série de questionamentos: por que ele apagou, ele estava a mando de alguém, ele recebeu algum dinheiro pra isso ou ele apagou porque quis apagar. São uma série de questões que podem direcionar a polícia para a motivação do crime”, disse em entrevista por telefone ao programa Super Manhã com Waldiney Passos.

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Alisson Henrique é considerado foragido desde o dia 12 de dezembro de 2018. (Foto: Blog Waldiney Passos)

Neste sábado, 12 de janeiro, completa-se um mês do decreto de prisão preventiva acatado pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), em desfavor de Alisson Henrique de Carvalho, ex-funcionário do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, acusado de obstruir as investigações do Caso Beatriz.

Imagens do sistema interno da escola mostram o momento no qual Alisson Henrique entra na sala de monitoramento do Colégio Auxiliadora e teria apagado as gravações do dia em que Beatriz foi morta. Ele é considerado foragido.

Na incessante luta por justiça, a mãe de Beatriz, Lucinha Mota, retornou ao Recife (PE), na Sexta-feira (11), onde conversou pessoalmente com o desembargador presidente do TJPE, Adalberto de Oliveira Melo. Na ocasião, Lucinha pediu agilidade e transparência nas investigações.

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Por meio de nota, o TJPE informou ao Blog Waldiney Passos que um recurso da defesa relacionado à decretação da prisão preventiva de Alisson foi registrado no dia 04 de janeiro deste ano. Ainda segundo o Tribunal, o recurso “será analisado pela desembargadora Daisy Andrade, quando os autos voltarem da Diretoria Criminal do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) para o Gabinete da magistrada.” A previsão é que a desembargadora tenha acesso ao recurso na próxima semana.

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Foragido: cartazes com a foto de Alisson são espelhados pela região do Vale do São Francisco

Alisson Henrique é considerado foragido desde o dia 12 de dezembro. (Foto: Blog Waldiney Passos)

Na tentativa de encontrar Alisson Henrique de Carvalho, acusado de apagar as imagens de câmeras de monitoramento do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, o grupo “Somos todos Beatriz”, com o apoio da família da menina que foi brutalmente assassinada no dia 10 de dezembro de 2015, espalhou cartazes com a foto do foragido em várias cidades do Vale do São Francisco.

A prisão preventiva de Alisson Henrique de Carvalho, foi decretada no dia 12 de deste mês pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). Em nota, a Polícia Civil de Pernambuco informou que “continua em diligências contínuas para localizar e prender ALLINSON HENRIQUE DE CARVALHO CUNHA, suspeito de apagar as imagens que mostravam o assassino da menina BEATRIZ MOTA e atrapalhar o andamento das investigações”.

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De acordo com Sandro Romilton, pai de Beatriz, a ação que começou no último sábado (15), deve se estender para outras cidades. Ao Blog Waldiney Passos, Sandro contou que os cartazes já foram enviados para diversas cidades da Bahia, Pernambuco e Ceará.

Quem tiver qualquer informação sobre o paradeiro de Alisson, pode entrar em contato com a Polícia Civil de Pernambuco pelo telefone (81) 9.8650-1229. O número também possui WhatsApp.

Caso Beatriz: advogado atribui à polícia responsabilidade por deletar imagens de HDs

Advogado do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, Clailson Ribeiro

O advogado Clailson Ribeiro, que representa o Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina, eximiu, em entrevista à TV Grande Rio, a responsabilidade da instituição de ter deletado as imagens dos HDs e atribuiu a falha ao manuseio da polícia civil.

“Nós tratamos de prontamente entregar todos os HDs que estavam gravando as imagens do colégio da época do fato”, ressaltou o advogado ao apresentar ofício em que o então delegado Marceone Ferreira, responsável pela investigação do assassinato da menina Beatriz Angélica, ocorrido no dia 10 de dezembro de 2015, solicitou as imagens gravadas nos HDs.

De acordo com Dr. Clailson Ribeiro, o acusado de ter apagado as imagens, Alisson Henrique Carvalho, entrou na sala no dia 04 de janeiro de 2016 justamente para cumprir a solicitação da polícia.

“Um ato rápido, seria apenas de retirar os HDs. Os Hds foram postos dentro de uma caixa e no dia seguinte foram encaminhados para a polícia que acusou o recebimento dos três HDs, recebeu esses três HDs, e até então estava tudo certo”, afirmou.

O advogado mencionou que somente um ano depois da primeira solicitação formal, em 13 de dezembro de 2016, é que a polícia informou o colégio sobre a formatação automática das imagens de um dos HDs e solicitou que a instituição pagasse pela formatação das imagens que possivelmente seriam do suspeito de matar Beatriz.

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Imagem divulgada pela Polícia Civil de Pernambuco mostra momento no qual Alisson entra na sala de monitoramento. (Imagem: Divulgação/ PC)

A prisão preventiva de Alisson Henrique de Carvalho, acusado de apagar as imagens de câmeras de monitoramento do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, onde a menina Beatriz foi brutalmente assassinada no dia 10 de dezembro de 2015, foi decretada na última quarta-feira (12) pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).

Ainda no dia 12, logo após o decreto de prisão, a delegada Polyana Neri considerou o acusado como foragido. A partir daí começaram as diligências em busca do acusado, que até o momento não foi encontrado. Em nota, a Polícia Civil de Pernambuco informou que “continua em diligências contínuas para localizar e prender ALLINSON HENRIQUE DE CARVALHO CUNHA, suspeito de apagar as imagens que mostravam o assassino da menina BEATRIZ MOTA e atrapalhar o andamento das investigações”

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A Polícia ainda conta com a ajuda da população: “quem tiver qualquer informação que possa levar ao paradeiro do suspeito, entrar em contato pelo telefone (81) 9.8650-1229, que também possui WhatsApp”, diz um trecho da nota.

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Colégio Auxiliadora pede cautela da população sobre Caso Beatriz

O Caso Beatriz voltou à tona nessa semana, não por apenas completar três anos sem elucidação, mas principalmente pelo pedido de prisão preventiva de Alisson Henrique, prestador de serviço no Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora.

Em nota, o colégio disse confiar na Justiça, mas pediu “especial cautela à sociedade” sanfranciscana na divulgação de informações nas redes sociais. Postagens divulgando nomes de funcionários da instituição começaram a circular de ontem para hoje, acusando-os de envolvimento no crime ocorrido em 10 de dezembro de 2015.

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A instituição reiterou sua “postura colaborativa com o caso, agindo para viabilizar o trabalho das autoridades e auxiliando com as investigações”. Leia a seguir a íntegra da nota:

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Caso Beatriz: Polícia Civil pede ajuda da população para localizar Alisson Henrique

Polícia pede ajuda para localizar Alisson (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) divulgou uma nota à população do Vale do São Francisco solicitando apoio na localização de Alisson Henrique, acusado de apagar imagens do sistema de monitoramento do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, no dia em que Beatriz Angélica foi morta.

Alisson era prestador de serviço na instituição e teve seu pedido de prisão preventiva aceito na quarta-feira (12), pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). Ainda na quarta a delegada Polyana Neri considerava o acusado de foragido.

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A PC divulgou um número de telefone para denúncias da população. As informações repassadas à instituição serão mantidas em sigilo. Quem souber de alguma informação sobre Alisson pode acionar a polícia pelo WhatsApp: (81) 9.8650-1229.

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Caso Beatriz: defesa de Alisson Henrique recorrerá da decisão do TJPE; suspeito poderá não se apresentar às autoridades

Caso já dura três anos e continua sem solução (Foto: Blog Waldiney Passos)

A defesa de Alisson Henrique de Carvalho, apontado pela Polícia Civil de Petrolina como responsável por apagar imagens das câmeras de monitoramento do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora no dia em que Beatriz Angélica Mota foi morta, afirmou que recorrerá da decisão do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).

De acordo com o advogado de defesa de Alisson, Wank Medrado, será protocolado um recurso contra a decisão tomada pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). Na quarta-feira (12) o TJPE aceitou o recurso do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) que pedia a prisão de Alisson.

Nossa equipe apurou que Alisson não deverá se apresentar às autoridades, apesar de já ser considerado foragido. Ele trabalhava na instituição no setor de monitoramento e, de acordo com a PC, apagou imagens que mostravam o assassino no colégio.

Hoje (13) os pais de Beatriz retornaram à Petrolina e fizeram um ato público em frente ao Colégio, veja o vídeo a seguir:

Caso Beatriz: “Essa preventiva é um recomeço pra tudo”, afirma delegada Polyana Neri

Delegada Polyana Neri. (Foto: Blog Waldiney Passos)

Para a delegada Polyana Neri, responsável pelo Caso Beatriz, a aceitação do pedido de prisão preventiva de Alisson Henrique de Carvalho pode representar o recomeço das investigações. Alisson é acusado de fraude processual e falso testemunho e segundo a Polícia Civil, teria apagado imagens que mostravam o provável suspeito de matar Beatriz Angélica Mota.

“Essa preventiva é um recomeço pra tudo novamente, nós vamos trabalhar tudo novamente e procurar buscar encerrar a investigação”, afirmou Polyana durante coletiva de imprensa no Recife, na quarta-feira (12).

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Obstrução do colégio

Questionada a respeito da demora da polícia em obter as imagens das câmeras de monitoramento do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, a delegada disse que a instituição sempre adiava a entrega dos materiais.

“Apenas desculpas de que não poderia ser entregue naquele momento até que aconteceu o dia da apreensão daquele aparelho e descobriu-se que havia sido apagado”, disse a delegada. Além de Alisson há outra funcionária do colégio sendo investigada, mas sua identidade não foi revelada.

Fake News que tem circulado confunde jovem com suspeito de apagar imagens do caso Beatriz

Jovem não tem nenhuma ligação com o caso Beatriz.

Uma notícia que está circulando nas redes sociais vinculando a foto do jovem Alysson Henrique Barbosa Santos, que é estudante de engenharia civil da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), ao suspeito de apagar as imagens do caso Beatriz – Alisson Henrique Carvalho – é falsa. A confusão aconteceu devido à semelhança nos nomes.

De acordo com o estudante, às 15h dessa quarta-feira (12), sua noiva recebeu a Fake News e repassou para ele.

O jovem foi à delegacia, por volta das 18h, para registrar Boletim de Ocorrência sobre o caso para se prevenir de represálias de pessoas que estão sendo informadas com notícias falsas.

Além disso, Alysson começou a compartilhar o esclarecimento da história, como forma de combater as notícias falsas que têm circulado, e tem conseguido reverter a situação.

“Agradeço a todo mundo por ter compartilhado. Fique muito surpreendido com a ajuda das pessoas que estão fazendo essa divulgação em massa [da notícia verdadeira]”, disse.

Alysson Henrique Barbosa Santos pede para que as pessoas não compartilhem a Fake News criada com o seu nome e continuem ajudando com o esclarecimento da história. Vale reforçar que o jovem não tem envolvimento algum com o caso Beatriz.

Caso Beatriz: delegada Polyana Neri afirma que Alisson pode ser considerado foragido; veja vídeo dele entrando na sala

(Foto: Polícia Civil/Ascom)

No início da tarde dessa quarta-feira (12), o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) acatou o pedido de prisão preventiva de Alisson Henrique, ex-funcionário do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, acusado de obstruir as investigações do Caso Beatriz.

A delegada responsável pelas investigações, Polyana Neri, concedeu entrevista coletiva na capital Recife e afirmou que Alisson pode ser considerado foragido. Sobre as acusações contra ele, ela afirma que o ex-funcionário do colégio responderá por falso testemunho e fraude processual.

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“Estamos com o mandado em mãos, tem duas equipes em Petrolina a procura dele. [Ele] pode sim ser considerado foragido. A gente estava em contato com uma pessoa da família e ele não se apresentou, até o momento não foi apresentada a prisão”, disse.

O chefe da Polícia Civil, Joselito Kehrle, disse que a aceitação do pedido de prisão é um avanço no caso. “Foi importantíssimo esse passo, terá reflexo na investigação, muito positivos. Nós conseguimos provar cabalmente essa participação [de Alisson]. Nós já iniciamos as buscas e tão logo encontrado, será preso”, afirmou.

De acordo com Kehrle, tão logo seja preso, Alisson será novamente ouvido e a Polícia Civil espera que a partir dessa prisão o caso seja solucionado, já que novas informações podem surgir através do depoimento do acusado de apagar imagens das câmeras de monitoramento.

A Polícia Civil também divulgou imagens do momento no qual Alisson Henrique entra na sala de monitoramento do Colégio Auxiliadora e teria apagado as gravações do dia em que Beatriz foi morta. Veja a seguir.

Caso Beatriz: segundo TJPE, prisão de Alisson deve ser cumprida até esta quinta

Nessa segunda-feira (10) fez três anos do caso. (Foto: Blog Waldiney Passos)

Após a decretação da prisão do ex-funcionário do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, Alisson Henrique de Carvalho, pela 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), na manhã desta quarta-feira (12), o TJPE afirmou que o mandado de prisão contra o suspeito deve ser cumprido pela Polícia Civil até esta quinta-feira (13).

Os desembargadores acataram o recurso apresentado pelo Ministério Público (MPPE) pedindo a prisão preventiva de Alisson. A votação terminou 3 a 1 a favor da prisão do suspeito, que foi pedida pela delegada Polyana Neri em julho deste ano, mas negada em primeira instância pela juíza Elayne Brandão.

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