“Acho que foi vaidade”, desabafa pai de Beatriz Angélica sobre demora do Estado em autorizar participação de investigadores dos EUA

Equipe norte-americana já teria produzido informações sobre o caso (Foto: Redes Sociais)

Lucinha Mota está na capital Recife aguardando uma reunião com o governador Paulo Câmara (PSB) ou algum representante do Governo de Pernambuco. Na pauta do encontro desta terça-feira (18) está a parceria de investigadores dos Estados Unidos com a Polícia Civil do Estado. Segundo Sandro Romilton, pai de Beatriz Angélica, essa é mais uma tentativa da família em fazer a investigação andar.

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“Primeiro eles fizeram contato com a família, tivemos contato via email e por telefone. A princípio nós duvidamos, procurando informações, mas foram ganhando a nossa confiança e mostrando interesse [em ajudar]. Tivemos várias reuniões online e o processo primeiro é esse: falar com a família, após o ‘ok’ eles procuram a Embaixada aqui no Brasil. Eles procuraram a Embaixada em Recife. A Embaixada fez a comunicação à chefia da Polícia Civil”, afirmou ao programa Super Manhã com Waldiney Passos, na Rádio Jornal Petrolina.

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(Foto: Redes Sociais)

São quase seis anos sem resposta no Caso Beatriz. E neste domingo (11) Lucinha Mota usou as redes sociais para mais uma vez cobrar as autoridades. Ela voltou a citar a negligência do Governo do Estado, que ainda não respondeu ao Consulado Americano sobre uma parceria nas investigações.

Segundo a mãe da garota, morta no anos de 2015, em setembro de 2020 o Estado foi oficializado pelo presente, mas não respondeu. Além do Governo, a família da vítima também recebeu o ofício. “Há quem interessa que os culpados não sejam punidos?”, questionou Lucinha. No texto ela também cobra ações do Poder Judiciário, para que contribuam com as investigações.

Com a parceria, peritos dos Estados Unidos contribuiriam nas investigações. “São profissionais de altíssima resolutividade, possuem competência técnica e recursos tecnológicos a disposição, que são extremamente fundamentais para reunir e validar provas suficientes para solução do crime”, disse Lucinha.

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Lucinha rebateu críticas sobre sua entrada na política

Lucinha Mota teve votos suficientes para ter sido eleita vereadora de Petrolina no pleito de 2020. Entretanto, seu partido – PSOL – não obteve o coeficiente partidário suficiente. E ela não vai desistir. A mãe de Beatriz Angélica Mota reafirmou ser pré-candidata em 2022, só falta definir o cargo.

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Ainda no ano passado alguns eleitores questionaram a escolha da candidata pelo PSOL. “Eu não posso entrar num partido que tem dono. Eu não consegui, até então, me identificar com outro partido que me desse essa liberdade. Eu não entrei para a política por emprego, por dinheiro. Eu sempre me sustentei desde os 15 anos de idade. Eu escolhi o PSOL, que é pequeno sim, mas me dá direito de escolha. A gente discute e decide as coisas democraticamente“, justificou.

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Lucinha comentou sobre o Caso Beatriz e falou sobre seu futuro na política

Lucinha Mota foi entrevistada no programa Super Manhã com Waldiney Passos, na Rádio Jornal Petrolina, nesta quinta-feira (11). Candidata a vereadora na última eleição municipal, Lucinha relembrou sua luta no “Caso Beatriz”,  e também comentou sobre seu futuro político.

“Nós vamos até o fim, nós não vamos parar. [Por conta da pandemia] tive que cancelar três movimentos no Recife“, disse Lucinha. Mas por outro lado, as lives promovidas expandiram o caso e o casal conta com a solidariedade fora do país. “Hoje eu e Sandro recebemos assessoria técnica a nível mundial, é quase que diariamente“, pontuou.

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Caso Beatriz completa 5 anos ainda sem respostas

Mudanças de delegados, imagens deletadas e ninguém preso (Foto: Blog Waldiney Passos)

10 de dezembro de 2020. Hoje completam cinco anos da morte da menina Beatriz Angélica Mota. A menina foi brutalmente assassinada a facadas dentro do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, em Petrolina, durante uma festa. De lá pra cá, inúmeras mudanças de delegados e mesmo com a notoriedade do homicídio a nível nacional, ninguém chegou a ser preso.

O caso

Polícia chegou a apresentar personagens envolvidos no caso

Beatriz tinha 7 anos quando foi encontrada morta. Ela foi golpeada com 42 facadas, dentro do colégio onde seu pai, Sandro Romilton trabalhava. Inicialmente o caso ficou sob a tutela do delegado Marceone Barros e da delegada Sara Machado.

Na sequência foram anos de troca-troca e poucos avanços. Até que  em 2017 a delegada Pollyanna Neri foi denominada para as investigações.

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Caso Beatriz: pais alertam que inocente pode ser apontado pela polícia como autor do crime

O caso vai fazer cinco anos sem solução. (Foto: Blog Waldiney Passos)

Lucinha Mota e Sandro Romilton, pais da menina Beatriz Mota, assassinada nas dependências do Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina (PE), no dia 10 de dezembro de 2015, durante uma festa de formatura, voltaram a criticar o trabalho da polícia civil de Pernambuco.

Em entrevista ao Portal Preto no Branco, de Juazeiro (BA), eles revelaram que obtiveram informações de que a polícia está prestes a apresentar uma pessoa inocente como autor do crime que vitimou sua filha. O que segundo eles, causaria um outro crime e deixariam no anonimato os verdadeiros criminosos.

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Lucinha Mota aponta contradição em depoimento de funcionário e critica omissão da polícia

O caso vai fazer cinco anos sem solução. (Foto: Blog Waldiney Passos)

Lucinha Mota segue realizando lives semanais sobre o Caso Beatriz. Na quinta-feira (3), a mãe de Beatriz Angélica Mota levantou dúvidas sobre alguns funcionários do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora. E fez uma pergunta: onde está uma camisa suja de sangue, ignorada pela Polícia Civil de Pernambuco?

Para entender o contexto da tal camisa, Lucinha citou dois funcionários do colégio. O primeiro teria pedido para não trabalhar no dia do crime, 10 de dezembro de 2015. Mas imagens obtidas pela investigação particular da família identificam tal servidor dentro da unidade, durante a festa.

O segundo servidor também teria mentido, ao depor à polícia não ter pisado no colégio. Contudo, as imagens cedidas anonimamente à família, contradizem o depoimento. Ainda segundo a mãe de Beatriz, um irmão daquele primeiro servidor (que pediu para não trabalhar no dia do crime) teria chegado a Petrolina acompanhado de uma segunda pessoa, ambos presentes na festa do Colégio Auxiliadora, com autorização de alguém ligado à unidade.

“Ele mente, ele diz que o irmão não esteve, que há meses tinha visto o irmão. Mas eu tenho informação de que seu irmão estava em Petrolina no dia do crime. Eu gostaria de pegar o inquérito e mostrar as oitivas, o nível das mentiras [dos investigados]”, relata.

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Caso Beatriz: Nova Live questiona a presença de uma camisa suja de sangue na cena do crime

Os movimentos que eram realizados pelo coletivo “Somos Todos Beatriz” antes da pandemia do novo coronavírus foram substituídos por debates ao vivo realizados em plataformas virtuais sob o comando de Lucinha Mota, mãe da menina, assassinada a facadas nas dependências do Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina, durante uma festa de formatura.

Na última live, realizada na última sexta-feira de agosto, Lucinha questionou o desaparecimento de um brinco usado por Beatriz no dia do crime. Hoje, 03 de setembro, em mais um debate, a família questiona a presença de uma camisa suja de sangue que foi encontrada na cena do crime e chama a atenção para as seguintes interrogações que continuam sem respostas:

“Há informações que nos intrigam bastante: o que uma pessoa que mora há mais de 700km, que não tem vínculo com os alunos estava fazendo no dia da formatura? Qual motivo o levou aquele local? Por que estava sujo de sangue? Qual a origem desse sangue? A polícia localizou as roupas? Fez exames? Quais foram os resultados ? Perguntas e mais perguntas… queremos repostas! Queremos justiça! Queremos um inquérito justo! Quem matou Beatriz ? Quem participou da arquitetura daquela noite de terror?

Essas lives estão substituindo nossas manifestações nesse período de pandemia.
A live de hoje promete.”

Finaliza o convite de Lucinha e Sandro, pais de Beatriz, para que as pessoas participem da Live na noite desta quinta-feira (03).

O momento de delatar é agora, diz Lucinha para personagens do Caso Beatriz

Personagens foram apresentados pela Polícia Civil durante as investigações do caso.

Durante live nessa quinta-feira (06), Lucinha Mota, mãe da garota Beatriz, falou sobre alguns personagens que não foram indiciadas, mas foram apontadas pela Polícia Civil durante as investigações do caso.

De acordo com a polícia, cinco pessoas prestaram depoimento e todas mentiram em vários momentos. Segundo Lucinha, “esses personagens podem ainda contribuir muito com o caso Beatriz”.

“Como eu já falei em entrevistas anteriores, em lives anteriores, eu não acredito que todos eles tenham participado diretamente do crime. Eu acredito que eles tenham participado indiretamente, talvez sem saber a gravidade”, disse Lucinha.

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Imagem de suspeito conversando com policiais reforça posição da família de que PC não é capaz de seguir à frente do Caso Beatriz

Suspeito foi visto conversando com policiais civis, revela Lucinha Moto (Foto: Reprodução/Instagram)

Uma novidade no Caso Beatriz reforça o posicionamento da família da garota de que a Polícia Civil de Pernambuco não é capaz de dar continuidade às investigações. Segundo Lucinha Mota, a investigação paralela recebeu uma foto que mostra o principal suspeito de cometer o crime conversando com policiais civis no dia do assassinato.

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Lucinha Mota afirma ter imagens de policiais conversando com assassino de Beatriz

A imagem que tenho dele é no portão do colégio. É uma foto dele e aparentemente mostra ele conversando com essas pessoas. Já conseguimos identificar duas. Dá pra identificar que são sim [policiais], falta identificar [outras] duas pessoas. Confirmando isso eu vou atrás dessas pessoas e vou atrás do nome dessa pessoa que eles apontam como assassino“, disse a mãe de Beatriz ao programa Super Manhã com Waldiney Passos nessa sexta-feira (31).

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Lucinha Mota pede ajuda dos participantes da festa em que Beatriz foi morta

Lucinha Mota, mãe de Beatriz Angélica Mota, usou as redes sociais para mais uma vez buscar ajuda no “Caso Beatriz”. Dessa vez a solicitação de Lucinha é aos participantes da festa na qual a garota foi morta, dentro do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, em Petrolina.

O objetivo da família é obter novas imagens e fotos. “Se você participou desse evento, por favor, envie fotos e vídeos para o email [email protected]. Eu quero, eu preciso dessas imagens para que a gente possa punir os assassinos de Beatriz. Por favor, colabore com a nossa investigação paralela”, afirma.

Confira o pedido de Lucinha:

Beatriz Angélica foi assassinada com 42 facadas em 10 de dezembro de 2015. O crime ocorreu dentro do colégio, durante a solenidade de formatura das turmas do terceiro ano do colégio Auxiliadora, um dos mais tradicionais de Petrolina. Apesar da repercussão nacional, até hoje o caso segue sem solução.

Polyanna Néri assume titularidade da Delegacia de Pesqueira e avalia seu trabalho em Petrolina

Delegada Polyanna Neri decidiu deixar as investigações. (Foto: Blog Waldiney Passos)

Após deixar o Caso Beatriz, a delegada Polyanna Néri assumiu um novo desafio e agora é titular na 105ª Circunscrição da Delegacia de Polícia, em Pesqueira, no Agreste de Pernambuco, desde março. Em entrevista ao programa Super Manhã com Waldiney Passos nessa terça-feira (12) ela avaliou seu trabalho em Petrolina.

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“Só tenho que agradecer as pessoas que trabalharam comigo. Nós tivemos um trabalho de repercussão, é um trabalho até hoje muito reconhecido. Vou sentir muita saudade. Saio de Petrolina com a consciência limpa, de que meu trabalho foi de excelência”, lembrou a delegada.

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Caso Beatriz: família acredita que suspeito de praticar homicídio está no PI

Recompensa para quem ajudar nas investigações é de R$ 10 mil

São quase cinco anos sem uma resposta, mas a família da garota Beatriz Angélica Mota continua firme na busca por justiça. E na noite de domingo (5) veio à tona a informação de que o suspeito de assassinar Beatriz dentro do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora em 2015 está no Piauí.

Um card com imagens do suspeito foi divulgada nas redes sociais, alertando para a recompensa de R$ 10 mil. Mãe de Beatriz, Lucinha Mota gravou um vídeo e pede ajuda dos piauienses. “Essa semana recebemos uma denúncia de que o assassino de Beatriz estaria no estado do Piauí, portanto gostaria de pedir a vocês que compartilhem a imagem. Que trouxer qualquer informação referente ao assassino vamos dar uma recompensa“, diz Lucinha.

Quem souber de alguma informação que possa ajudar nas investigações do caso deve entrar em contato através do seguinte número: (87) 98878-5733.

Caso Beatriz: Lucinha Mota e Sandro Romilton repudiam afastamento da delegada Poliana Nery

(Foto: Blog Waldiney Passos)

Já são quase cinco anos sem respostas para o crime brutal que vitimou a pequena Beatriz Angélica Mota. O caso ganhou um novo capítulo, a delegada Poliana Nery, quinta autoridade policial responsável pelas investigações do caso, foi afastada.

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Lucinha Mota e Sandro Romilton, pais de Beatriz, divulgaram uma nota de repúdio ao Governo de Pernambuco pelo afastamento da Delegada. “É preocupante a saída da delegada Poliana Nery, pois a mesma tem uma linha de investigação muito forte e que acreditamos que leva a conclusão do caso. OOu será porque ela indiciou mais dois funcionários do colégio Maria Auxiliadora?”, questionaram.

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Delegada deixa caso que completará cinco anos em 2020 (Foto: Blog Waldiney Passos)

Em 2020 0 Caso Beatriz completará cinco anos sem respostas e nessa segunda-feira (16) a delegada da Polícia Civil, Poliana Nery confirmou a Rádio Jornal Petrolina, no programa Super Manhã com Waldiney Passos que não está mais a frente do caso. Ela é a quarta delegada a deixar o comando das investigações.

De acordo com Nery, uma força tarefa formada por quatro delegados foi montada para dar continuidade aos trabalhos. Por estar de férias, ela informou que não poderia comentar o caso oficialmente, somente quando retornar de suas férias no início e abril.

Sara Machado, Marceone Ferreira e Gleyde Ângelo foram os antecessores de Poliana, que ficou mais de dois anos a frente do caso. O Blog Waldiney Passos procurou a Polícia Civil de Pernambuco e os pais de Beatriz Angélica Mota em busca de mais informações sobre a mudança, contudo nenhuma das partes se manifestou até o momento.

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