Paulo Câmara encerra agenda no interior discutindo 13º do Bolsa Família com beneficiários do programa

(Foto: Ascom)

Depois de uma semana dedicada ao interior de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB) encerrou sua agenda em Salgueiro e São José do Belmonte. O governador inaugurou uma unidade do Expresso Cidadão na terra do Carcará, somando quatro no Estado.

Já em São José do Belmonte, Câmara esteve com a Caravana do 13º do Bolsa Família, promessa de campanha em 2018. Ele explicou aos beneficiários como será pago o bônus. Para participar do programa, não será necessário fazer inscrição ou adesão, basta ser beneficiário do Bolsa Família e estar regular com as exigências do programa federal.

Na semana passada ele visitou Petrolina, quando inaugurou uma escola e também anunciou investimentos na infraestrutura. Amanhã (26) Câmara se reunirá com os pais de Beatriz Angélica Mota, em Recife para tratar das investigações do caso.

“Allinson não vai se entregar porque ele é culpado, quando a pessoa é culpada ela foge, igual um rato”, diz Lucinha Mota

Lucinha Mota, mãe de Betariz Angélica Mota. (Foto: Arquivo da família)

Após a defesa de Allinson Henrique Carvalho Cunha, acusado de apagar as imagens das câmeras de segurança do Caso Beatriz, divulgar uma nota imputando o sumiço das gravações à Polícia Civil, Lucinha Mota, mãe de Beatriz, afirmou que essa atitude “só confirma que ele é culpado”.

Em entrevista ao programa Super Manhã, na rádio Jornal, com Waldiney Passos, Lucinha levantou questionamentos sobre as alegações da defesa Allinson. De acordo com os advogados, o fugitivo não teria se entregado por medo da polícia usar de “mecanismos ilegais e arbitrários a confessar crime que não cometeu”.

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No entanto, Lucinha afirmou que o próprio Ministério Público já ofereceu proteção ao suspeito. “O crime que está sendo direcionado a ele é obstrução de justiça e falso testemunho. Ninguém está dizendo que foi Allinson que tirou a vida de minha princesa não. Eu que sou mãe de Beatriz tenho essa consciência. O Ministério Público pode dar proteção a ele. Por que ele não vai? Porque é culpado”, disse.

Lucinha afirmou ainda que os depoimentos de Allinson, Lorailde e Carlos André – que supostamente teriam apagado as imagens das câmeras – são controversos.  “Por tudo que eu já vi e o que foi dito pela própria desembargadora em Recife, quem apagou as imagens foi Allinson, Lorailde e Carlos André. A verdade é uma só, quando você fala a verdade sempre mantém o discurso e não é isso que acontece com esses três”.

A mãe de Beatriz disse pensar que todas as atitudes que se desdobraram do caso foram planejadas. “A imagem que não foi dada à polícia no dia, esse gravador que foi manipulado, esse pedido de dinheiro ao Colégio para mandar um HD para outro estado. Agora eu vou mais além, será que é só isso mesmo que eles querem esconder?”, questionou.

Perito afirma que imagens apagadas do Caso Beatriz foi erro da Polícia Civil

Crime chocou a população de Petrolina e região. (Foto: Blog Waldiney Passos)

Em nota divulgada nessa quarta-feira (24), a defesa de Allinson Henrique Carvalho Cunha, acusado de apagar as imagens do computador do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora no caso Beatriz, apresentou um estudo técnico elaborado por um perito afirmando que um erro da Polícia Civil (PC) foi responsável por apagar as imagens das câmeras de segurança. Vale ressaltar que o perito foi contratado pela defesa para fazer a análise.

No parecer, solicitado pelo advogado Wank Medrado, responsável pela defesa de Allinson, o perito Cássio Thyone Almeida de Rosa afirma que “em desatenção a um preceito basilar de conduta de exames forenses de vestígios digitais (…), servidor(es) da Polícia Civil do Estado de Pernambuco, muito provavelmente, acessaram os discos rígidos originais, em vem de discos rígidos contendo cópias forenses, (…) ocasionando a perda de dados”.

Em nota, a defesa de Allinson afirma que “a falta de atenção da Polícia Civil foi tamanha que um investigador solicitou da funcionária Loraildes backup de imagens que já estavam na posse da própria Polícia Civil, conforme conversas de WhattsApp”.

Além disso, a defesa atribui à PC a responsabilidade pelas falhas na investigação. “A partir do erro da própria Polícia Civil que apagou as imagens em decorrência de ter utilizado programa/sistema incompatível com o HD-DVR que guardava as imagens, a Polícia Civil de Pernambuco iniciou a acusação injusta contra Allinson Henrique”, diz a nota.

Caso Beatriz: “O que se tem feito para prender Alisson?”, questiona Sandro Romilton

Família de Beatriz cobra respostas sobre morte da garota (Foto: Blog Waldiney Passos)

O Caso Beatriz voltou a ser destaque na imprensa local nessa semana, novamente tendo Alisson Henrique de Carvalho no centro das atenções. O ex-funcionário do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora é suspeito de apagar imagens das câmeras de segurança no dia em que Beatriz Angélica Mota foi morta, em 2015 e segue foragido.

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Na quinta-feira (18) os pais de Beatriz receberam informações sobre a possível localização de Alisson. A Polícia Civil de Pernambuco, no entanto, não conseguiu localizá-lo na residência. A atuação da instituição de segurança foi criticada pelos pais da garota, conforme mostramos ontem.

Pai de Beatriz, Sandro Romilton conversou com o Blog Waldiney Passos e voltou a questionar a capacidade da Polícia Civil em continuar à frente do caso que completará quatro anos em dezembro.

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Familiares de Beatriz foram cobrar Polícia Civil sobre investigação (Foto: Blog Waldiney Passos)

Revolta. Esse é o sentimento de Lucinha Mota e Sandro Romilton, pais da menina Beatriz Angélica Mota. Nessa sexta-feira (19) eles foram até o Batalhão da Polícia Militar de Petrolina, onde também está localizada a Delegacia da Polícia Civil que investiga o Caso Beatriz para cobrar respostas sobre a investigação.

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Os pais da garota e familiares não conseguem entender por qual motivo Alisson Henrique de Carvalho, suspeito de apagar imagens das câmeras de monitoramento do Colégio Auxiliadora no dia em que a menina foi morta, continua solto.

“Ficou provado que o Estado não tem nenhuma equipe de prontidão para prender Alisson. A impressão que eu tenho é que não estão fazendo é nada. Quando me refiro à Polícia Civil me refiro à instituição, não vamos arredar os pés daqui enquanto vocês provarem na prática quem são os agentes que estão na rua”, disse Lucinha.

Ontem (18) policiais foram à uma residência no bairro Padre Cícero, onde Alisson estaria escondido. Segundo os pais de Beatriz, apesar de haver um mandado de prisão expedido contra ele, a Polícia Civil de Pernambuco demorou em agir.

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Polícia Civil de Pernambuco afirma que Caso Beatriz tem “estrutura necessária”

Polícia Civil de Pernambuco se manifesta após falas da mãe de Beatriz (Foto: Blog Waldiney Passos)

Um dia após o cumprimento do mandado de busca e apreensão na residência de Alisson Henrique de Carvalho, suspeito de apagar imagens das câmeras de segurança do Colégio Auxiliadora, a Polícia Civil de Pernambuco emitiu uma nota refutando as críticas feitas pelos pais de Beatriz Angélica Mota sobre inoperância do órgão.

Segundo a Polícia Civil, o caso conta com uma delegada exclusiva, Polyana Neri, e “estrutura necessária, além de contar com o apoio do Ministério Público e da Diretoria de Inteligência da PCPE”, mesmo com as afirmações de Lucinha Mota e Sando Romilton de falhas na investigação.

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Ontem (18) Lucinha chegou a fazer greve de fome, cobrando da Polícia Civil a prisão de Alisson que estaria escondido na sua própria residência, no bairro Padre Cícero. De acordo com a família, em nenhum momento a instituição informou se houve alguma prisão ou atualização do caso.

Confira a seguir a resposta da Polícia Civil:

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Policiais cercam residência de Alisson Henrique. (Foto: Preto no Branco)

Pouco mais de sete meses após o Tribunal de Justiça de Pernambuco decretar a prisão preventiva de Alisson Henrique de Carvalho, ex-funcionário do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, acusado de obstruir as investigações do Caso Beatriz, a busca pelo foragido parece estar próxima de ser encerrada.

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No final da manhã desta quinta-feira (18), Lucinha Mota, mãe de Beatriz, recebeu informações do paradeiro do acusado. De acordo com a reportagem do Portal Preto no Branco, que conversou com Lucinha, uma fonte anônima informou que Alisson estaria em sua própria residência, localizada em um bairro periférico de Petrolina (PE).

De posse das informações, Lucinha acionou a Polícia no intuito de que a prisão fosse cumprida. No entanto, segundo Lucinha, uma pessoa que está dentro da casa de Alisson não abre a porta, e os policiais precisam de um mandado de busca para adentrar o imóvel.

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Pais de Beatriz se reúnem com presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara dos Deputados

(Foto: Reprodução/Facebook)

Lucinha Mota e Sandro Romilton, pais de Beatriz Angélica Mota, se reuniram com o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, em Brasília. O encontro aconteceu na terça-feira (18), no momento em que a Comissão se dispôs a dar voz à luta do casal.

Helder Salomão (PT-ES) se comprometeu a, dentro das prerrogativas dos deputados federais, cobrar celeridade nas investigações do crime. Para quem não lembra, Beatriz foi morta em 2015, no Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora e desde então, apesar da repercussão do caso, ninguém foi preso.

No encontro com o deputado, os pais de Beatriz relataram a luta incansável por justiça. Ele recebeu um relatório que aponta várias falhas na investigação feita pela polícia de Petrolina e pede a federalização do caso. Também estiveram na reunião o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ), Tulio Gadelha (PDT-PE), que se comprometeu a abraçar a causa.

Lucinha e Sandro foram acompanhados pelos advogados Jayme Badeca, presidente da Comissão Especial da subseção OAB Juazeiro, Valentine Oliveira, secretária de formação do PSOL e Paulo José presidente, do PSOL de Juazeiro (BA).

Lucinha Mota afirma que colégio se contradiz sobre imagens deletadas no dia em que Beatriz Angélica foi morta

(Foto: Blog Waldiney Passos)

Mãe de Beatriz Angélica Mota, Lucinha Mota questionou o posicionamento do advogado do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora em creditar à Polícia Civil de Petrolina a responsabilidade de apagar as imagens do sistema de monitoramento no dia 10 de dezembro de 2015.

Para Lucinha o posicionamento da instituição não condiz com os fatos. “Desde quando as imagens foram divulgadas eu tive acesso às informações, são provas reais. Contra fatos não há argumentos, o dia e a hora de quando as imagens foram apagadas dentro do Colégio. É uma prova técnica, está lá”, afirmou ao programa Super Manhã com Waldiney Passos de segunda-feira (14).

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Há três anos Lucinha e seu esposo, Sandro Romilton batalham incansavelmente para solucionar o caso e novamente veio a público cobrar o colégio onde Beatriz foi morta. Ela lembrou que na época do crime a instituição afirmou não ter câmeras de monitoramento, fato que representa uma contradição. “Um dia eu vou ter oportunidade de perguntar diretamente a Allinson e ao Colégio Auxiliadora e se eles quiseram já de pronto responder, é por que, no dia 10 de dezembro de 2015 o Colégio Maria Auxiliadora não entregou essas imagens à polícia?”, questionou.

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Lucinha Mota pede ajuda para obter informações sobre Allinson (Foto: Blog Waldiney Passos)

32 dias após o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) decretar a prisão de Allinson Henrique Cunha, a Polícia Civil de Petrolina ainda não conseguiu localizar o ex-funcionário do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, apontado nas investigações do Caso Beatriz como responsável por apagar imagens das câmeras de monitoramento no dia em que a garota foi morta.

Na sexta-feira (11) Lucinha Mota, mãe de Beatriz Angélica Mota, esteve no Recife em busca de informações sobre o recurso perpetrado pela defesa do suspeito. Para Lucinha, é importante a prisão de Allinson para esclarecer algumas perguntas que há três anos estão sem resposta.

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“A gente levanta uma série de questionamentos: por que ele apagou, ele estava a mando de alguém, ele recebeu algum dinheiro pra isso ou ele apagou porque quis apagar. São uma série de questões que podem direcionar a polícia para a motivação do crime”, disse em entrevista por telefone ao programa Super Manhã com Waldiney Passos.

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Alisson Henrique é considerado foragido desde o dia 12 de dezembro de 2018. (Foto: Blog Waldiney Passos)

Neste sábado, 12 de janeiro, completa-se um mês do decreto de prisão preventiva acatado pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), em desfavor de Alisson Henrique de Carvalho, ex-funcionário do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, acusado de obstruir as investigações do Caso Beatriz.

Imagens do sistema interno da escola mostram o momento no qual Alisson Henrique entra na sala de monitoramento do Colégio Auxiliadora e teria apagado as gravações do dia em que Beatriz foi morta. Ele é considerado foragido.

Na incessante luta por justiça, a mãe de Beatriz, Lucinha Mota, retornou ao Recife (PE), na Sexta-feira (11), onde conversou pessoalmente com o desembargador presidente do TJPE, Adalberto de Oliveira Melo. Na ocasião, Lucinha pediu agilidade e transparência nas investigações.

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Por meio de nota, o TJPE informou ao Blog Waldiney Passos que um recurso da defesa relacionado à decretação da prisão preventiva de Alisson foi registrado no dia 04 de janeiro deste ano. Ainda segundo o Tribunal, o recurso “será analisado pela desembargadora Daisy Andrade, quando os autos voltarem da Diretoria Criminal do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) para o Gabinete da magistrada.” A previsão é que a desembargadora tenha acesso ao recurso na próxima semana.

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Foragido: cartazes com a foto de Alisson são espelhados pela região do Vale do São Francisco

Alisson Henrique é considerado foragido desde o dia 12 de dezembro. (Foto: Blog Waldiney Passos)

Na tentativa de encontrar Alisson Henrique de Carvalho, acusado de apagar as imagens de câmeras de monitoramento do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, o grupo “Somos todos Beatriz”, com o apoio da família da menina que foi brutalmente assassinada no dia 10 de dezembro de 2015, espalhou cartazes com a foto do foragido em várias cidades do Vale do São Francisco.

A prisão preventiva de Alisson Henrique de Carvalho, foi decretada no dia 12 de deste mês pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). Em nota, a Polícia Civil de Pernambuco informou que “continua em diligências contínuas para localizar e prender ALLINSON HENRIQUE DE CARVALHO CUNHA, suspeito de apagar as imagens que mostravam o assassino da menina BEATRIZ MOTA e atrapalhar o andamento das investigações”.

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De acordo com Sandro Romilton, pai de Beatriz, a ação que começou no último sábado (15), deve se estender para outras cidades. Ao Blog Waldiney Passos, Sandro contou que os cartazes já foram enviados para diversas cidades da Bahia, Pernambuco e Ceará.

Quem tiver qualquer informação sobre o paradeiro de Alisson, pode entrar em contato com a Polícia Civil de Pernambuco pelo telefone (81) 9.8650-1229. O número também possui WhatsApp.

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Advogado do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, Clailson Ribeiro

O advogado Clailson Ribeiro, que representa o Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina, eximiu, em entrevista à TV Grande Rio, a responsabilidade da instituição de ter deletado as imagens dos HDs e atribuiu a falha ao manuseio da polícia civil.

“Nós tratamos de prontamente entregar todos os HDs que estavam gravando as imagens do colégio da época do fato”, ressaltou o advogado ao apresentar ofício em que o então delegado Marceone Ferreira, responsável pela investigação do assassinato da menina Beatriz Angélica, ocorrido no dia 10 de dezembro de 2015, solicitou as imagens gravadas nos HDs.

De acordo com Dr. Clailson Ribeiro, o acusado de ter apagado as imagens, Alisson Henrique Carvalho, entrou na sala no dia 04 de janeiro de 2016 justamente para cumprir a solicitação da polícia.

“Um ato rápido, seria apenas de retirar os HDs. Os Hds foram postos dentro de uma caixa e no dia seguinte foram encaminhados para a polícia que acusou o recebimento dos três HDs, recebeu esses três HDs, e até então estava tudo certo”, afirmou.

O advogado mencionou que somente um ano depois da primeira solicitação formal, em 13 de dezembro de 2016, é que a polícia informou o colégio sobre a formatação automática das imagens de um dos HDs e solicitou que a instituição pagasse pela formatação das imagens que possivelmente seriam do suspeito de matar Beatriz.

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Imagem divulgada pela Polícia Civil de Pernambuco mostra momento no qual Alisson entra na sala de monitoramento. (Imagem: Divulgação/ PC)

A prisão preventiva de Alisson Henrique de Carvalho, acusado de apagar as imagens de câmeras de monitoramento do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, onde a menina Beatriz foi brutalmente assassinada no dia 10 de dezembro de 2015, foi decretada na última quarta-feira (12) pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).

Ainda no dia 12, logo após o decreto de prisão, a delegada Polyana Neri considerou o acusado como foragido. A partir daí começaram as diligências em busca do acusado, que até o momento não foi encontrado. Em nota, a Polícia Civil de Pernambuco informou que “continua em diligências contínuas para localizar e prender ALLINSON HENRIQUE DE CARVALHO CUNHA, suspeito de apagar as imagens que mostravam o assassino da menina BEATRIZ MOTA e atrapalhar o andamento das investigações”

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A Polícia ainda conta com a ajuda da população: “quem tiver qualquer informação que possa levar ao paradeiro do suspeito, entrar em contato pelo telefone (81) 9.8650-1229, que também possui WhatsApp”, diz um trecho da nota.

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Colégio Auxiliadora pede cautela da população sobre Caso Beatriz

O Caso Beatriz voltou à tona nessa semana, não por apenas completar três anos sem elucidação, mas principalmente pelo pedido de prisão preventiva de Alisson Henrique, prestador de serviço no Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora.

Em nota, o colégio disse confiar na Justiça, mas pediu “especial cautela à sociedade” sanfranciscana na divulgação de informações nas redes sociais. Postagens divulgando nomes de funcionários da instituição começaram a circular de ontem para hoje, acusando-os de envolvimento no crime ocorrido em 10 de dezembro de 2015.

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A instituição reiterou sua “postura colaborativa com o caso, agindo para viabilizar o trabalho das autoridades e auxiliando com as investigações”. Leia a seguir a íntegra da nota:

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