Caso Élida: júri absolve um dos mandantes do crime e condena piloto de moto que ajudou na execução da professora

O julgamento dos acusados de envolvimento no homicídio da professora Élida Márcia Oliveira Silva, aconteceu na quinta-feira (2), em Juazeiro (BA). Após mais de 10h de trabalhos, o júri optou pela absolvição de Edivan de Moraes, um dos mandantes do crime e condenou Railton Lima da Silva.

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Ele pilotou a motocicleta utilizada no dia do crime, ajudando na execução da vítima. Railton foi condenado a 16 anos, sete meses e 26 dias de prisão. Já Edivan foi absolvido integralmente. Ele alegou ser inocente e que sua filha, Edvânia Pereira de Moraes seria a única articuladora do crime. O júri foi formado integralmente por homens.

Edvânia e Maicon Neves dos Santos, acusado de matar a professora, também foram denunciados. Porém, seguem foragidos. Élida Márcia foi morta quando deixava sua residência, acompanhada do marido, que teve um breve envolvimento com Edvânia.

Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher de Juazeiro emite nota em apoio à família da professora Élida Márcia

O Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher de Juazeiro (CMDDM) emitiu, nesta quarta-feira (1), uma nota se solidarizando com a família da professora Élida Márcia de Oliveira Nascimento Souza.

A nota foi publicada devido a realização do júri popular de dois acusado de participação no assassinato. “Ciente do júri popular de dois dos suspeitos de envolvimento no homicídio da professora Élida, que ocorrerá nesta quinta-feira (02), manifesta seu apoio à família da professora,” destacou a nota.

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Élida Márcia de Oliveira Nascimento Souza foi assassinada a tiros, na frente da sua filha de 02 anos, em fevereiro de 2019. O crime brutal comoveu toda a sociedade juazeirense.

Clamamos por justiça e pedimos que os responsáveis pelo crime sejam devidamente condenados. Sabemos que ainda há dois suspeitos foragidos e desejamos que esses também sejam punidos de acordo com a lei.

À família de Élida Márcia expressamos nossa solidariedade e nos colocamos à disposição.

Data marcada: Nielton Gonçalves vai a júri popular acusado de matar Alice Nilza

Alice Nilza Rodrigues (Foto: Reprodução/Facebook)

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) marcou o julgamento de Nielton Gonçalves Soares, acusado de assassinar brutalmente Alice Nilza Rodrigues, em janeiro de 2017. Segundo a família de Alice Nilza, o júri popular vai ser realizado no dia 05 de outubro.

No dia 10 de setembro de 2019, o TJBA negou o pedido da defesa de Nielson para que ele aguardasse o julgamento em liberdade.

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O crime

O corpo de Alice Nilza foi encontrado em um matagal, próximo ao Campus da UNEB, em Juazeiro (BA). A vítima e o acusado tiveram um relacionamento, mas Nielton não aceitava o fim da relação.

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Acusado de matar companheira em Vermelhos está sendo julgado nessa segunda-feira

Vítima foi morta dentro de casa pelo companheiro, que foi preso um dia após o crime (Foto: Arquivo Pessoal)

Começou há pouco, em Lagoa Grande (PE) o julgamento de Josenildo Cardoso Silva, acusado de matar a facadas Eliene da Silva Bezerra. A vítima foi morta dentro de casa, no Distrito de Vermelhos, em 6 de dezembro de 2016, quando tinha 28 anos.

Segundo a Justiça de Pernambuco, Josenildo matou Eliene, uma conhecida vendedora de perfumes na localidade, sem possibilitar a defesa da vítima. Momentos antes do crime o acusado teria se desfeito de dois perfumes vendidos por ela, para quitar uma dívida que tinha.

O casal discutiu e em seguida apunhalou Eliene por diversas vezes. Ele fugiu na moto da vítima, se escondeu e acompanhou o socorro à ela. Um dia após o crime ele voltou à residência, quando o irmão de Eliene percebeu a movimentação e acionou a polícia, que prendeu Josenildo em flagrante delito. A sentença do acusado será definido hoje, no juri popular que acontece em Lagoa Grande.

Trio de canibais vai a júri popular nesta sexta-feira (23) em Recife

O trio é acusado pelas mortes de Alexandra da Silva Falcão, na época com 20 anos, e Gisele Helena da Silva, 31, no município de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco. (Foto: Arquivo/Folha de Pernambuco)

Nesta sexta-feira (23), o caso dos “Canibais de Garanhuns” ganhará um novo capítulo. Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, Isabel Cristina Pires da Silveira e Bruna Cristina Oliveira da Silva vão a júri popular a partir das 9h no Fórum Desembargador Rodolfo Aureliano, Ilha Joana Bezerra, área central de Recife (PE). O trio é acusado por matar Alexandra da Silva Falcão, na época com 17 anos, e Gisele Helena da Silva, 31, no município de Garanhuns, no Agreste Pernambucano.

O trio será julgado por duplo homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver e furto qualificado. Jorge Beltrão e Bruna Cristina respondem ainda pelo crime de estelionato. Bruna também é acusada pela Justiça pelo crime de falsa identidade.

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Homem é condenado a 12 anos de prisão por matar o sobrinho com golpe de faca em Juazeiro

Gilberto Brandão Novaes. (Foto: Reprodução/WhatsApp)

Um ano após o crime, Gilberto Brandão Novaes, de 47 anos, acusado de ter assassinado com um golpe de faca o próprio sobrinho, André Luiz Brandão Novaes, na época com 35 anos, foi condenado a 12 anos e seis meses de prisão em regime fechado. O julgamento aconteceu na manhã desta terça-feira (2) no Fórum Conselheiro Luiz Viana, em Juazeiro (BA).

O réu foi a júri popular e foi condenado por homicídio qualificado, quando há intenção de matar, por motivo fútil e por impossibilitar a defesa da vítima.

O crime aconteceu no dia 1º de setembro de 2017, por volta das 15h30, próximo à praça principal do bairro Tancredo Neves. André Luiz Brandão Novaes foi morto após ser atingido nas costas por um golpe de arma branca, desferido por Gilberto Brandão, seu tio. O acusadofoi localizado pela polícia logo após o homicídio e está preso no Conjunto Penal de Juazeiro.

Júri popular absolve dois PMs acusados de matar metalúrgico, em Senhor do Bonfim

Fórum Luís Vianna Filho, Juazeiro (BA)

Após quase 12 horas de sessão, Edwilson Carvalho de Sena e Sebastião Leme Correia da Silva acusados de matar um metalúrgico em Senhor do Bonfim (BA), em 1997 foram absolvidos em júri popular realizado na última quinta-feira (20), em Juazeiro (BA).

O júri entendeu que os dois PMs agiram em legítima defesa. O Ministério Público Estadual recorreu da decisão, alegando que a deliberação do júri foi contra as provas dos autos. Um terceiro PM, Denésio Rodrigues Filho, também é acusado de participar da morte de Nivaldo Ramos, que tinha 28 anos, entretanto ele alegou problema de saúde, apresentou laudo atestando a doença e, por isso, terá julgamento realizado depois.

Edwilson Carvalho de Sena, Sebastião Leme Correia da Silva e Denésio Rodrigues Filho são acusados de matar Nivaldo Ramos durante uma abordagem policial no Campo da Aviação, em Senhor do Bonfim. Sebastião e Denésio respondiam pelo crime em liberdade, enquanto Edwilson está preso em Salvador, por conta de um assalto a um caminhão de carga ocorrido na estrada que liga Campo Formoso (BA) a Senhor do Bonfim.

Um primeiro julgamento havia sido marcado para setembro de 2017, em Senhor do Bonfim, mas foi suspenso porque seis dos jurados disseram que estavam sendo aliciados pelos acusados. Por essa razão, o júri foi transferido para Juazeiro.

O júri teve início por volta das 9h, no Fórum Luís Vianna Filho, e durou até às 21h. Ao todo, foram ouvidas 16 testemunhas. (Com informações do G1 BA)

Júri popular de estrangeiros acusados de matar engenheiro em bar de Boa Viagem é adiado pela 13ª vez

O engenheiro civil Alison Pereira foi morto por asfixia após entrar em luta com o dono e o gerente do Bamboo. (Foto: Internet)

Foi adiado pela 13ª vez o julgamento dos acusados pela morte do engenheiro civil Alison Pereira, vítima de homicídio qualificado supostamente praticado pelo austríaco Alfred Hartner e pelo alemão Hans Hermann, respectivamente dono e gerente do Bamboo Bar, localizado em Recife (PE), em 26 de fevereiro de 2008. Marcado para a manhã desta segunda-feira (12), o júri foi remarcado para o dia 4 de junho.

O adiamento da sessão desta segunda-feira foi motivado pela ausência do réu Alfred Hartner, que, segundo alegação da defesa, não teria sido oficialmente intimado a comparecer. De acordo com o juiz Júlio Cézar Santos da Silva, da 4ª Vara do Tribunal do Júri da Capital, o réu não foi encontrado no seu endereço residencial.

A promotora de Justiça Rosemary Souto Maior solicitou em plenário a prisão preventiva do réu, devido ao não comparecimento à sessão do júri. “A não localização de Alfred Hartner é lamentável por, mais uma vez, utilizar meios escusos para a não realização do julgamento. Para assegurar a aplicação da lei penal, o Ministério Público requer a prisão preventiva dele como meio legal de garantia da ordem pública e da promoção da Justiça. É oportuno pontuar que essa é a 13ª tentativa de julgamento; e lamentar que no Brasil seja tão difícil julgar pessoas aquinhoadas”, argumentou.

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Jovem acusado de matar criança espancada vai a júri popular em Petrolina

(Foto: Arquivo Pessoal/ Viviane Oliveira)

O ex-soldado Patrick Catarino de Assis, 19 anos vai a júri popular no dia 8 de agosto, a informação foi divulgada nesta sexta-feira (21), depois de audiência no fórum de Petrolina. Patrick é acusado de agredir e causar a morte do enteado, Vinicius de dois anos, em abril deste ano.

A mãe de Vinícius, Viviane Oliveira, informou ao blog que durante a audiência de instrução ficou decidido que Patrick Catarino, vai a júri popular em agosto, o dia escolhido seria o dia que Vinicius completaria 3 anos.

“A decisão de hoje foi boa, porque o julgamento desse mostro vai ser rápido e pensando pelo lado bom, a justiça vai ser feita bem no dia do meu bebê. Ele vai ter o que merece, com fé em Deus”, afirmou Viviane.

O acusado foi encaminhado para a Penitenciária Dr.Edvaldo Gomes, onde ficará à disposição da justiça.

Canibais de Garanhuns vão a júri popular novamente

A Justiça ainda não definiu a data do júri popular, porque ainda cabe recurso da defesa dos réus/Foto: polícia Civil

A Justiça ainda não definiu a data do júri popular, porque ainda cabe recurso da defesa dos réus/Foto: polícia Civil

Conhecidos mundialmente como os “Canibais de Garanhuns”, Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, Isabel Cristina Torreão Pires e Bruna Cristina Oliveira da Silva vão sentar novamente no banco dos réus. A Primeira Vara Criminal de Garanhuns decidiu que o trio irá a júri popular pelos assassinatos, esquartejamento e ocultação de cadáver de outras duas mulheres na cidade do Agreste pernambucano.

O trio, que já foi condenado em 2014 pelo homicídio quadruplamente qualificado da adolescente Jéssica Camila da Silva Pereira, de 17 anos, em Olinda, está preso desde 2012 – quando os crimes começaram a ser desvendados pela polícia. Além de atrair as vítimas e assassiná-las, Jorge, Isabel e Bruna confirmam à Justiça que praticavam canibalismo. Em depoimento à polícia, na época, Isabel também confirmou que recheava salgados com carne humana, que eram vendidos nas ruas, comércios e até na frente de hospitais em Garanhuns.

Desta vez, o trio irá ser julgado pelas mortes de Alexandra Falcão, 20 anos, e Giselly Helena, 31. Ambos os crimes aconteceram pouco antes da prisão deles. Segundo as investigações coordenadas pela Polícia Civil, os acusados criaram uma seita imaginária chamada Cartel, que tinha por objetivo diminuir a densidade demográfica. Para isso, deveriam exterminar mulheres que tivessem filhos, mas sem condições de criá-los. Jorge Beltrão seria o mentor da seita.

A Justiça ainda não definiu a data do júri popular, porque ainda cabe recurso da defesa dos réus.

Com informações da coluna Ronda JC/JC Online