Ex-namorada é condenada pelo assassinato de Ercílio Freire, irmão do deputado Gonzaga Patriota

Acusada de mandar assassinar Ercílio Freire dos Santos, a ex-namorada da vítima foi condenada a 16 anos e 6 meses de prisão. O Júri Popular aconteceu nessa quarta-feira (04), no fórum Doutor Manoel Souza Filho, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, onde o crime aconteceu.

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A condenada, está presa em Buíque, no agreste do estado, e acompanhou a sessão por vídeo-conferência. Um homem, apontado como cúmplice, participou do júri de forma presencial e foi inocentado. Já o acusado de efetuar os disparos de arma de fogo, está foragido.

Ercílio Freire foi assassinado no dia 3 fevereiro de 2020, na Rua 8 do bairro Antônio Cassimiro, em Petrolina. Ele é irmão do deputado Gonzaga Patriota.

Dupla acusada no Caso Jean é condenada em júri popular

O julgamento dos dois envolvidos na morte de Jean da Silva, servidor público de Lagoa Grande (PE) chegou ao fim na noite da última segunda-feira (25) e terminou com a condenação de Janderson dos Santos e Matheus da Silva.

A dupla foi condenada pelo crime de homicídio qualificado, praticado por motivo fútil e mediante emboscada ou ação que impossibilite a defesa da vítima. A pena de cada um foi de 21 anos de reclusão, a serem cumpridos inicialmente em regime fechado.

“O Conselho de Sentença reconheceu as respectivas autoria e materialidade delitivas, acolhendo a tese de acusação do homicídio qualificado pela incidência das qualificadoras previstas no inciso II, IV, § 2º, art. 121 do Código Penal (motivo fútil; à traição, de emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa do ofendido)”, informou o Tribunal de Justiça de Pernambuco.

A sentença foi lida por volta das 21h, cerca de 12 horas depois do início dos trabalhos na Câmara de Vereadores, local do julgamento. Lucinha Mota, mãe de Beatriz Angélica Mota, esteve no julgamento a pedido da família da vítima.

Motorista que dirigia embriagado e matou 3 pessoas no Recife vai a júri popular nesta terça-feira

João Victor Ribeiro de Oliveira, motorista que provocou a morte de três pessoas no bairro da Tamarineira, no Recife (PE), vai a júri popular nesta terça-feira (15). Em novembro de 2017 ele conduzia um veículo em alta velocidade, furou o sinal vermelho e acertou o carro das vítimas.

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O então estudante universitário estava embriagado. O julgamento será realizado na 1ª Vara do Tribunal do Júri da Capital; o júri será presidido pela juíza de Direito Fernanda Moura de Carvalho, titular da unidade. 22 pessoas devem ser ouvidas como testemunhas.

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Empresário e funcionário vão a júri popular pela morte de jovem em Juazeiro

Um empresário dono de uma empresa de caiaques e o funcionário dele vão a júri popular nesta segunda-feira (21), para responder pela morte do adolescente Diogo Lira Ferreira, que se afogou no Rio São Francisco, em Juazeiro, norte da Bahia, em setembro de 2018.

Inicialmente, o júri havia sido marcado para o dia 10 de fevereiro, mas acabou adiado depois que a defesa dos dois apresentou um laudo de última hora. O conteúdo do documento não foi divulgado, e o juiz responsável pela sessão remarcou o julgamento para esta manhã.

Diogo havia alugado um caiaque com o primo para atravessar o rio. Na volta, os dois deram carona a outros dois jovens, superlotando a embarcação, que tinha capacidade para duas pessoas. Ao ver a situação, o empresário ordenou então que o funcionário interceptasse os jovens no meio da travessia.

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Terceiro caso acompanhado pelo Projeto Escuta Atenta será levado ao Tribunal do Júri, em Petrolina

Será realizado na próxima quinta-feira (16), às 9h, no Fórum Dr. Manoel Souza Filho, em Petrolina, o terceiro júri envolvendo casos acompanhados pelo Projeto Escuta Atenta: o de Gildeon Francisco da Silva, que foi assassinado em março de 2019, ao tentar defender a irmã. Após o ocorrido, familiares da vítima foram atendidos pelo projeto da 4ª Promotoria de Justiça Criminal do município para identificação da necessidade de acompanhamento psicossocial.
“Fizemos o atendimento gravado em gabinete, na presença de uma equipe previamente treinada, para fins de conhecimento do impacto psicológico da morte da vítima na vida da filha, dos pais e dos irmãos. Na Escuta Atenta, o crime em si não é objeto do atendimento e assim evitamos a chamada revitimização”, explicou o promotor de Justiça, Fernando Della Latta Camargo, idealizador do projeto.
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Caso Alice: julgamento de Nielton Soares será realizado nesta terça-feira

Muito tempo se passou desde aquele 17 de janeiro de 2019 no qual Alice Rodrigues foi encontrada morta em Juazeiro (BA). E logo mais às 8h30 desta terça-feira (5), o acusado de matar a jovem será julgado. Nielton Gonçalves Soares vai a júri popular no Fórum da cidade.

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Caso Alice: família promove caminhada pedindo justiça

Contra ele há a acusação de homicídio qualificado por motivo torpe, meio cruel e feminicídio. Ao longo do processo, a defesa tentou recursos para que o réu respondesse em liberdade, contudo as provas obtidas levaram a Justiça da Bahia a mantê-lo preso no Conjunto Penal de Juazeiro.

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Caso Alice: família promove caminhada pedindo justiça

A poucos dias do júri popular que vai julgar Nielton Gonçalves Soares, a família de Alice Rodrigues promoveu uma caminhada e corrida pedindo justiça. O evento foi realizado na manhã de domingo (3), na Orla de Juazeiro (BA). O ato foi organizado pela família, que quer a punição ao assassino da jovem.

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Caso Alice: família promove corrida e reforça pedido por justiça

Alice era uma jovem envolvida com esportes e era conhecida por participar dos eventos na cidade. Foram 3km de corrida ou caminhada, mas o resultado final da prova pouco importava, afinal todos os presentes no evento desejavam apenas uma coisa: justiça por Alice.

O júri popular que vai decidir o futuro de Nielton será realizado nesta terça-feira (5), no Fórum de Juazeiro, em audiência marcada para o início da manhã.

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Família de Alice Rodrigues reforça pedido por justiça: “Que o júri seja a resposta da sociedade”

Alice Nilza Rodrigues foi encontrada morta em 2019 (Foto: Reprodução/Facebook)

No próximo dia 5 de outubro Nielton Gonçalves Soares vai a júri popular, no Fórum Conselheiro Luiz Viana, em Juazeiro (BA). Ele é acusado de matar Alice Nilza Rodrigues em janeiro de 2019, num crime de grande repercussão na região.

A poucos dias do julgamento, a família de Alice espera apenas uma coisa: justiça. “O que a gente quer é justiça. Que o sistema contribua para uma resposta de paz, porque a dor da perda nunca vai deixar de existir. Mas que pelo menos a gente viva com a verdadeira justiça. Que o júri seja a resposta da sociedade”, conta Holglas Rodrigues, irmã da vítima em entrevista ao Blog.

Segundo Holglas, a família e amigos de Alice farão uma mobilização no Fórum, no dia do julgamento. Como muitos casos caem no esquecimento e até mesmo terminam sem punição ao acusados, o objetivo é pressionar o sistema judiciário para que Nielton seja punido e pague pelo crime.

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Caso Élida: júri absolve um dos mandantes do crime e condena piloto de moto que ajudou na execução da professora

O julgamento dos acusados de envolvimento no homicídio da professora Élida Márcia Oliveira Silva, aconteceu na quinta-feira (2), em Juazeiro (BA). Após mais de 10h de trabalhos, o júri optou pela absolvição de Edivan de Moraes, um dos mandantes do crime e condenou Railton Lima da Silva.

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Ele pilotou a motocicleta utilizada no dia do crime, ajudando na execução da vítima. Railton foi condenado a 16 anos, sete meses e 26 dias de prisão. Já Edivan foi absolvido integralmente. Ele alegou ser inocente e que sua filha, Edvânia Pereira de Moraes seria a única articuladora do crime. O júri foi formado integralmente por homens.

Edvânia e Maicon Neves dos Santos, acusado de matar a professora, também foram denunciados. Porém, seguem foragidos. Élida Márcia foi morta quando deixava sua residência, acompanhada do marido, que teve um breve envolvimento com Edvânia.

Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher de Juazeiro emite nota em apoio à família da professora Élida Márcia

O Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher de Juazeiro (CMDDM) emitiu, nesta quarta-feira (1), uma nota se solidarizando com a família da professora Élida Márcia de Oliveira Nascimento Souza.

A nota foi publicada devido a realização do júri popular de dois acusado de participação no assassinato. “Ciente do júri popular de dois dos suspeitos de envolvimento no homicídio da professora Élida, que ocorrerá nesta quinta-feira (02), manifesta seu apoio à família da professora,” destacou a nota.

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Élida Márcia de Oliveira Nascimento Souza foi assassinada a tiros, na frente da sua filha de 02 anos, em fevereiro de 2019. O crime brutal comoveu toda a sociedade juazeirense.

Clamamos por justiça e pedimos que os responsáveis pelo crime sejam devidamente condenados. Sabemos que ainda há dois suspeitos foragidos e desejamos que esses também sejam punidos de acordo com a lei.

À família de Élida Márcia expressamos nossa solidariedade e nos colocamos à disposição.

Data marcada: Nielton Gonçalves vai a júri popular acusado de matar Alice Nilza

Alice Nilza Rodrigues (Foto: Reprodução/Facebook)

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) marcou o julgamento de Nielton Gonçalves Soares, acusado de assassinar brutalmente Alice Nilza Rodrigues, em janeiro de 2017. Segundo a família de Alice Nilza, o júri popular vai ser realizado no dia 05 de outubro.

No dia 10 de setembro de 2019, o TJBA negou o pedido da defesa de Nielson para que ele aguardasse o julgamento em liberdade.

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O crime

O corpo de Alice Nilza foi encontrado em um matagal, próximo ao Campus da UNEB, em Juazeiro (BA). A vítima e o acusado tiveram um relacionamento, mas Nielton não aceitava o fim da relação.

Acusado de matar companheira em Vermelhos está sendo julgado nessa segunda-feira

Vítima foi morta dentro de casa pelo companheiro, que foi preso um dia após o crime (Foto: Arquivo Pessoal)

Começou há pouco, em Lagoa Grande (PE) o julgamento de Josenildo Cardoso Silva, acusado de matar a facadas Eliene da Silva Bezerra. A vítima foi morta dentro de casa, no Distrito de Vermelhos, em 6 de dezembro de 2016, quando tinha 28 anos.

Segundo a Justiça de Pernambuco, Josenildo matou Eliene, uma conhecida vendedora de perfumes na localidade, sem possibilitar a defesa da vítima. Momentos antes do crime o acusado teria se desfeito de dois perfumes vendidos por ela, para quitar uma dívida que tinha.

O casal discutiu e em seguida apunhalou Eliene por diversas vezes. Ele fugiu na moto da vítima, se escondeu e acompanhou o socorro à ela. Um dia após o crime ele voltou à residência, quando o irmão de Eliene percebeu a movimentação e acionou a polícia, que prendeu Josenildo em flagrante delito. A sentença do acusado será definido hoje, no juri popular que acontece em Lagoa Grande.

Trio de canibais vai a júri popular nesta sexta-feira (23) em Recife

O trio é acusado pelas mortes de Alexandra da Silva Falcão, na época com 20 anos, e Gisele Helena da Silva, 31, no município de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco. (Foto: Arquivo/Folha de Pernambuco)

Nesta sexta-feira (23), o caso dos “Canibais de Garanhuns” ganhará um novo capítulo. Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, Isabel Cristina Pires da Silveira e Bruna Cristina Oliveira da Silva vão a júri popular a partir das 9h no Fórum Desembargador Rodolfo Aureliano, Ilha Joana Bezerra, área central de Recife (PE). O trio é acusado por matar Alexandra da Silva Falcão, na época com 17 anos, e Gisele Helena da Silva, 31, no município de Garanhuns, no Agreste Pernambucano.

O trio será julgado por duplo homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver e furto qualificado. Jorge Beltrão e Bruna Cristina respondem ainda pelo crime de estelionato. Bruna também é acusada pela Justiça pelo crime de falsa identidade.

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Homem é condenado a 12 anos de prisão por matar o sobrinho com golpe de faca em Juazeiro

Gilberto Brandão Novaes. (Foto: Reprodução/WhatsApp)

Um ano após o crime, Gilberto Brandão Novaes, de 47 anos, acusado de ter assassinado com um golpe de faca o próprio sobrinho, André Luiz Brandão Novaes, na época com 35 anos, foi condenado a 12 anos e seis meses de prisão em regime fechado. O julgamento aconteceu na manhã desta terça-feira (2) no Fórum Conselheiro Luiz Viana, em Juazeiro (BA).

O réu foi a júri popular e foi condenado por homicídio qualificado, quando há intenção de matar, por motivo fútil e por impossibilitar a defesa da vítima.

O crime aconteceu no dia 1º de setembro de 2017, por volta das 15h30, próximo à praça principal do bairro Tancredo Neves. André Luiz Brandão Novaes foi morto após ser atingido nas costas por um golpe de arma branca, desferido por Gilberto Brandão, seu tio. O acusadofoi localizado pela polícia logo após o homicídio e está preso no Conjunto Penal de Juazeiro.

Júri popular absolve dois PMs acusados de matar metalúrgico, em Senhor do Bonfim

Fórum Luís Vianna Filho, Juazeiro (BA)

Após quase 12 horas de sessão, Edwilson Carvalho de Sena e Sebastião Leme Correia da Silva acusados de matar um metalúrgico em Senhor do Bonfim (BA), em 1997 foram absolvidos em júri popular realizado na última quinta-feira (20), em Juazeiro (BA).

O júri entendeu que os dois PMs agiram em legítima defesa. O Ministério Público Estadual recorreu da decisão, alegando que a deliberação do júri foi contra as provas dos autos. Um terceiro PM, Denésio Rodrigues Filho, também é acusado de participar da morte de Nivaldo Ramos, que tinha 28 anos, entretanto ele alegou problema de saúde, apresentou laudo atestando a doença e, por isso, terá julgamento realizado depois.

Edwilson Carvalho de Sena, Sebastião Leme Correia da Silva e Denésio Rodrigues Filho são acusados de matar Nivaldo Ramos durante uma abordagem policial no Campo da Aviação, em Senhor do Bonfim. Sebastião e Denésio respondiam pelo crime em liberdade, enquanto Edwilson está preso em Salvador, por conta de um assalto a um caminhão de carga ocorrido na estrada que liga Campo Formoso (BA) a Senhor do Bonfim.

Um primeiro julgamento havia sido marcado para setembro de 2017, em Senhor do Bonfim, mas foi suspenso porque seis dos jurados disseram que estavam sendo aliciados pelos acusados. Por essa razão, o júri foi transferido para Juazeiro.

O júri teve início por volta das 9h, no Fórum Luís Vianna Filho, e durou até às 21h. Ao todo, foram ouvidas 16 testemunhas. (Com informações do G1 BA)

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