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Vereadores rejeitam discussão sobre projeto de Ronaldo Silva, matéria deve ficar para 2019

(Foto: Blog Waldiney Passos)

A última sessão legislativa de 2018 na Casa Plínio Amorim foi marcada pela tranquilidade dos discursos de fim de ano e a votação de projetos de lei do Legislativo. Seis matérias estavam na ordem do dia e foram analisadas, terminando com votação unânime de 17 votos a zero.

No entanto, após a votação o vereador Ronaldo Silva (PSDB) tentou colocar em análise uma matéria de sua autoria e encontrou resistência dos colegas, inclusive da bancada de situação. O projeto buscava “capacitação das merendeiras”, justificou o edil.

De acordo com Ronaldo a matéria visa orientar os profissionais que atuam nas escolas e creches municipais, dando orientações a essas merendeiras sobre a manipulação de alimentos. Apesar da tentativa de colocar o projeto em votação a matéria foi rejeitada pelos colegas.

Gilmar Santos (PT) e Manoel da Acosap (PTB) foram os mais críticos ao projeto. Para o petista, há boa intenção do colega em capacitar as merendeiras e demais funcionários, mas os vereadores não podem ser pegos de assalto. “[Peço que] a gente mature melhor e dê contribuições, se for o caso, para ter o projeto aprovado”, afirmou Gilmar.

Para Manoel há inconstitucionalidade em alguns pontos do texto. “Como relator da Saúde dei o parecer do projeto, o inciso primeiro é inconstitucional. Dei o parecer mudando esse inciso. O curso de capacitação é pra vida toda”, destacou questionando a periodicidade imposta por Ronaldo na matéria.

Ao perceber o mau estar que criou na Casa Plínio Amorim, Ronaldo Silva retirou a matéria de discussão e o presidente da Câmara, Osório Siqueira (PSB) encerrou os trabalhos desse ano. O PL deve voltar a análise apenas em 2019.

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