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Incomodado com fala de Cristina Costa, Osinaldo Souza afirma: “Ou alguém vai ter que estudar sobre machismo ou provar que tem machismo nessa Casa”

(Foto: Blog Waldiney Passos)

Durante a participação da secretária-executiva de Juventude, Direitos Humanos, Mulher e Acessibilidade de Petrolina, Bruna Ruana, na Câmara de Vereadores, na manhã de terça-feira (11), Osinaldo Souza (PTB) protagonizou uma cena que chamou atenção do público.

O edil disse ficar incomodado com o uso da palavra machismo pela colega Cristina Costa (PT), já que – segundo Osinaldo – sempre que o assunto mulher é debatido na Casa Plínio Amorim, a petista faz uso de tal palavra. Para o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, ele nunca presenciou entre os colegas, algum comportamento de superioridade às duas edis.

“Levantei para esclarecer um termo que a vereadora Cristina Costa falou, que aqui tem muito machismo nessa Casa. Eu não me sinto cômodo [em ouvir essa palavra], fui vereador entre 2009 e 2012 e dos 14 vereadores nós tínhamos seis mulheres e nunca me senti incomodado. Dizer que aqui tem machismo? Pelo amor de Deus”, afirmou.

Para o edil, ele nunca viu ou ouviu qualquer comportamento dos pares “se sentir superior” por ser do sexo masculino e foi além. “Toda vez que se fala de mulher aqui, se fala em machismo. Ou alguém vai ter que estudar sobre machismo ou provar que tem machismo nessa Casa. Não concordo com essa história de machismo, nem nessa Casa, nem fora dela”, destacou Osinaldo.

A origem da polêmica

Em sua fala Cristina havia citado o pouco recurso destinado pelo Poder Executivo à secretaria da Mulher e agradeceu a presença da secretária Bruna Ruana na Câmara. “Aqui, onde são há 23 parlamentares, só duas mulheres, é um ambiente machista, a gente precisa [antes de debater políticas na cidade] fazer o dever de casa”, foi a fala de Costa que desencadeou a reação de Osinaldo.

Militante, Cristina havia concluído sua fala reivindicando mais direito às mulheres e reforçou o discurso da secretária sobre a necessidade de reforça o combater o machismo na sociedade. “Eu enxergo o desinteresse em conhecer o direito da mulher”, finalizou a petista.

Após a fala de Osinaldo, Bruna encerrou sua participação alegando não ser “mimimi” tudo discutido por ela no plenário da Casa Plínio Amorim, que pôde ser compreendida como uma crítica indireta ao vereador.

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