Moradores do KM-2 vão à Câmara pedir apoio dos vereadores de Petrolina

Grupo quer diálogo com município para mudar local do novo pátio (Foto: Blog Waldiney Passos)

A construção do novo Pátio de Eventos de Petrolina vem dando o que falar. O Blog mostrou nessa semana a mobilização de um grupo de moradores do bairro KM-2, contrário a ideia de utilizar o antigo CEAPE como local do São João e demais festas municipais.

Na sessão de quinta-feira (19) o grupo esteve na Câmara de Vereadores, buscando apoio dos edis. Na véspera eles fizeram uma reunião e apenas três membros do Legislativo compareceram: Cristina Costa (PT), Gilmar Santos (PT) e Paulo Valgueiro (MDB).

LEIA TAMBÉM:

Em nota, prefeitura diz que eventuais complicações que surgirem durante instalação do pátio no KM 2 serão suavizadas com o devido planejamento

Associação de moradores do KM 25 realiza campanha para aumentar número de eleitores no Maria Tereza

No encontro ficou definido que será realizado um abaixo-assinado a ser apresentado à Prefeitura de Petrolina. “Decidimos que vamos fazer um abaixo-assinado, viemos hoje aqui buscar um espaço para que a gente se pronunciasse. Nossa preocupação é a segurança. Nossa população hoje é de 80% de idosos”, explica a presidente do bairro Joana Darc da Cruz, a Darquina.

Comunidade lista problemas

A presidente Darquinha lembra que o espaço será utilizado para todos os eventos, causando transtornos aos moradores do bairro e comunidades vizinhas. “Não vai ser só o São João, quantos eventos que vão vir para Petrolina e vai ser feito. Nossa opinião geral é de pedir encarecidamente a não construção desse pátio de Eventos no antigo espaço do Ceape”, afirmou.

Para era importante que o município tivesse consultado os moradores, já que há uma questão de segurança, mobilidade e também a tranquilidade da população. “Nós teríamos que ser comunicados, de ser consultados e ver se realmente vai ser viável para a gente”, destacou Greicy Lane Granja.

Muitos moradores estão preocupados com suas residências e bem estar durante o período festivo. “Dificilmente esse acesso será invadido aos moradores, vai ser um caso catastrófico“, relatou José Cardoso de Miranda. O grupo está se mobilizando para conseguir apoio de outras associações e eles não descartam acionar o Ministério Público de Pernambuco.

Deixe uma resposta