Acusado de matar ex-companheira em Lagoa Grande é condenado a 21 anos de prisão em júri

Familiares foram protestar pedindo justiça.

A cidade de Lagoa Grande (PE) parou, nessa segunda-feira (25), para acompanhar o julgamento de Josenildo Cardoso da Silva, que foi a júri popular na Câmara de Vereadores da cidade, acusado de ter assassinado sua ex-companheira.

O crime aconteceu no dia 6 de dezembro de 2016, no distrito de Vermelhos. Eliene da Silva Bezerra, de 28 anos, foi esfaqueada dentro de casa, pelo acusado na frente dos três filhos de um outro relacionamento.

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Na mira da justiça: MP de Petrolina entregará inquérito de Lampião à Defensoria

(Imagem: Pallheiros Lampião)

O Ministério Público de Petrolina (MPPE), instituição integrante do Júri Histórico de Lampião, que acontecerá no dia 31 deste mês, entregará aos advogados de defesa do réu o inquérito que tipifica os crimes que pesam sobre ele, amanhã (22), às 17 hs, na Faculdade de Ciências e Tecnologia (FTC), em Petrolina. O material dará embasamento à fase de instrução processual com a coleta dos depoimentos das testemunhas e ao interrogatório de Lampião.

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O Júri Épico é um projeto acadêmico anual e propõe uma discussão interdisciplinar e atemporal. É de cunho processual, no qual haverá o conselho de sentença, que determinará a condenação ou a absolvição do ‘Capitão’ Virgulino, escolhido para ser o réu do primeiro Júri Épico. Toda a organização do evento é feita por alunos do curso de Direito que estão divididos em comissões, entre elas as equipes de defesa e  de acusação que dão assistência à Defensoria e ao Ministério Público, respectivamente.

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TJBA nega pedido de defesa de Nielton Gonçalves acusado de matar Alice Nilza

Alice Nilza Rodrigues (Foto: Reprodução/Facebook)

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) negou o pedido da defesa de Nielton Gonçalves Soares, acusado de assassinar brutalmente Alice Nilza Rodrigues, em janeiro de 2017. O corpo da jovem foi encontrado em um matagal, próximo ao Campus da UNEB, em Juazeiro (BA). A vítima e o acusado tiveram um relacionamento, mas Nielton não aceitava o fim da relação.

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De acordo com a decisão do TJBA, publicada no último dia 10 de setembro, o réu deve permanecer preso até o julgamento. “Diante do exposto, voto pelo conhecimento e improvimento do recurso, devendo a decisão de pronúncia ser mantida em todos os seus termos”, diz um trecho da decisão expedida pelo Desembargador Luiz Fernando Lima.

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MPPE garante cidadania para surdos com júri simulado em Petrolina

(Foto: Arquivo)

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) realizará na próxima quinta-feira (25), às 7h30, no salão do júri, no Fórum Estadual de Petrolina, o primeiro júri simulado com a presença de pessoas surdas na composição do conselho.

A ação tem o objetivo de apresentar e despertar conhecimento sobre a surdez e o entendimento sobre suas questões culturais são pontos importantes no fortalecimento da inclusão dessas pessoas em todos os setores da sociedade.

“Com essa ação, queremos demonstrar na prática, que é possível, em um caso concreto, permitir que surdos participem da realização de um júri. Respeitar o Surdo enquanto cidadão envolve possibilitar o acesso deles a todos os locais da sociedade, dentre eles: escolas, teatros, cinemas, eventos sociais, inclusive os júris”, disse o promotor de Justiça e coordenador da ação, Fernando Della Latta.

A ação é fruto da parceria do MPPE com a Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), por meio do Núcleo de Práticas Inclusivas (NPI); a Associação de Surdos de Petrolina; e a Central de Intérprete em Libras de Petrolina.

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Promotoria de Petrolina desenvolve ações para aproximar população do Tribunal do Júri

Após observar o pouco interesse da população de Petrolina, a 4ª Promotoria de Justiça Criminal da cidade deu início a uma série de ações para aproximar os moradores do Tribunal do Júri.

Ao todo, quatro ações estão sendo desenvolvidas. O primeiro consiste no perfil sociodemográfico do jurado de Petrolina. Outra ação, conhecida como “escuta atenta”, busca promover a escuta acolhedora das vítimas de crimes contra a vida e seus familiares.

Há ainda o projeto de inclusão social das pessoas surdas como julgadoras no Tribunal, propondo a aplicação de políticas públicas com vistas a garantir sua participação no conselho de sentença.

Por fim, por meio do “MP Comunica”, um oficial de diligência do MPPE irá entregar às famílias das vítimas a notificação sobre a realização do Júri, avaliando se há alguma ameaça em curso, para complementar as informações para o processo.

“O MP tem papel de protagonismo, e esses projetos buscam restaurar esse lugar. Ao mesmo tempo, é preciso resgatar a importância da vítima e seus familiares nesse processo, olhando para suas necessidades, promovendo seu acolhimento. É nesse contexto que os projetos atuam, com foco nesses objetivos”, destacou o promotor de Justiça Fernando Della Latta.

‘Canibais de Garanhuns’ são condenados por duplo homicídio qualificado

(Foto: Kleyvson Santos/Folha de Pernambuco)

O trio conhecido como ‘Canibais de Garanhus’ foi novamente condenado. A sentença do novo julgamento saiu na noite de sábado (15). Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, Isabel Pires da Silveira e Bruna Cristina Oliveira foram condenados por um duplo homicídio qualificado, relacionado a morte de duas mulheres em 2012.

O juiz Ernesto Bezerra condenou Jorge a 71 anos de reclusão, Isabel 68 anos e Bruna a 71 anos e 10 meses. Esse novo julgamento coloca um ponto final ao caso que chocou o Brasil, já que além de matar suas vítimas, os canibais fizeram salgados com a carne humana.

O trio foi julgado pelos assassinatos de Gisele Helena Falcão, de 31 anos e Alexandra da Silva Falcão, de 20 anos, ocorridos em fevereiro e março de 2012, respectivamente, em Garanhuns, Agreste do estado. Na sentença o juiz entendeu que os homicídios foram triplamente qualificados (motivo torpe, emprego de crueldade, impossível defesa da vítima), ocultação e vilipêndio de cadáver.

Jorge e Bruna também foram condenados por estelionato e apenas Bruna, por falsa identidade, o que fez com que a sua pena fosse a maior. O julgamento foi iniciado na sexta-feira (14), na 1º Vara do Tribunal do Júri no Fórum Desembargador Rodolfo Aureliano, no bairro de Joana Bezerra, área central do Recife.

Com informações do JC Online

‘Canibais de Garanhuns’ vão a júri popular nesta sexta

O trio é acusado pelas mortes de Alexandra da Silva Falcão, na época com 20 anos, e Gisele Helena da Silva, 31, no município de Garanhuns. (Foto: Arquivo/Folha de Pernambuco)

Os três acusados de assassinatos em série e canibalismo no município de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, que ficaram conhecidos mundialmente, irão a júri popular novamente, nesta sexta-feira (23).

Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, Isabel Cristina Torreão Pires e Bruna Cristina Oliveira da Silva serão julgados pelas mortes de duas mulheres, em 2012. Desde a revelação do crime, eles ficaram conhecidos como os “Canibais de Garanhuns”.

Está é a segunda vez que o trio ocupa o banco dos réus num júri popular. No ano de 2014, eles foram condenados pela morte de Jéssica Camila da Silva Pereira, 17 anos – morta em Rio Doce, Olinda, Grande Recife, no ano de 2008.

O assassinato da adolescente foi descoberto quatro anos depois e, segundo a polícia, teve os mesmos requintes de crueldade do duplo homicídio registrado no Agreste pernambucano.

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Pedreiro acusado de matar cunhada em Juazeiro é condenado a quase 30 anos de prisão

Wellington foi preso pela primeira vez em novembro de 2014, mas foi liberado da cadeia após decisão da Justiça.

O júri popular responsável por julgar o pedreiro acusado de matar a cunhada com requintes de crueldade em Juazeiro (BA), no ano de 2014, aconteceu nessa quarta-feira (13) no Fórum Conselheiro Luiz Viana.

Wellington da Cruz Bispo confessou o crime à polícia durante depoimento. De acordo com o delegado, o acusado afirmou que a vítima, Arlene Costa Borges, de 21 anos, sabia sobre a existência de um amante da irmã, de quem era companheiro, e não que não teria dito nada a ele.

O pedreiro, que estava preso desde setembro de 2015, foi condenado pelo júri a 29 anos e sete meses de reclusão por estupro, homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

O crime

Arlene ficou desaparecida durante dois meses em 2014, até a polícia chegar ao suspeito do crime e encontrar o corpo da jovem enterrado em uma casa em construção.

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Acusado de estuprar e matar menina de 5 anos em Belém do São Francisco é condenado a 38 anos de prisão

(Foto: WhatsApp)

O Júri Popular de Antônio Joaquim do Nascimento, acusado de estuprar e assassinar a criança Evelin Kaline da Silva Cruz, de apenas 5 anos, aconteceu nessa segunda-feira (2) em Belém do São Francisco (PE). O acusado, que é natural de Floresta (PE) foi condenado a 38 anos de prisão.

Crime

O corpo de Evelin Kaline foi encontrado no dia 15 de dezembro de 2016, dentro de um saco plástico no bairro do Inocop, em Belém do São Francisco. Ela foi brutalmente assassinada a pedradas na cabeça. A garotinha estava com cerca de 5 perfurações feitas com uma chave de fenda. Na época, a PM agiu rápido e prendeu o acusado no mesmo dia.

Júri condena dois réus pela morte do promotor Thiago Faria

O promotor de Justiça foi morto no dia 14 de outubro de 2013, na PE300, na altura do KM 19, sentido município de Itaíba (Agreste)./ Foto: internet

O promotor de Justiça foi morto no dia 14 de outubro de 2013, na PE300, na altura do KM 19, sentido município de Itaíba (Agreste)./ Foto: internet

Após quatro dias de julgamento, o Tribunal do Júri da 36ª Vara da Justiça Federal Seção Pernambuco votou na madrugada desta sexta-feira (28) pela condenação dos réus José Maria Pedro Rosendo Barbosa a 50 anos e quatro meses de prisão em regime fechado e José Marisvaldo Vítor da Silva a 40 anos e oito meses de prisão em regime fechado pelas práticas de homicídio duplamente qualificado contra o promotor de Justiça de Itaíba, Thiago Faria Soares, e dois homicídios tentados contra a então noiva do promotor, Mysheva Martins, e contra o tio dela, Adautivo Martins. O réu Adeildo Ferreira dos Santos foi considerado inocente pelo corpo de jurados e absolvido das mesmas acusações.

Com a condenação de dois dos responsáveis pela morte de Thiago Faria, o irmão do promotor, Daniel Faria, afirmou que a família entende que foi feita Justiça. “As provas demonstraram a culpa dos réus e agora meu irmão Thiago vai poder descansar em paz. Ainda há um acusado foragido e outro para ser julgado em dezembro, e queremos que todos os responsáveis por esse crime covarde paguem pelo que fizeram”, comentou.

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Júri do promotor de Justiça Thiago Faria Soares será na próxima segunda-feira (24)

O promotor de Justiça foi morto no dia 14 de outubro de 2013, na PE300, na altura do KM 19, sentido município de Itaíba (Agreste)./ Foto: internet

O promotor de Justiça foi morto no dia 14 de outubro de 2013, na PE300, na altura do KM 19, sentido município de Itaíba (Agreste)./ Foto: internet

O julgamento do homicídio do promotor de Justiça Thiago Faria Soares será realizado na próxima segunda-feira, dia 24 de outubro, às 9h, no auditório do 10° andar da sede da Justiça Federal, Fórum Ministro Artur Marinho, na avenida Recife, n°6250, Jiquiá. O Júri será presidido pela juíza federal Amanda Torres de Lucena Diniz Araújo, titular da 4ª Vara, apesar de o caso tramitar na 36ª Vara.

Quatro pessoas vão a julgamento: José Maria Pedro Rosendo Barbosa, José Maria Domingos Cavalcante, Adeildo Ferreira dos Santos e José Marisvaldo Vitor da Silva.

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Júri do promotor de Justiça Thiago Faria Soares marcado para o dia 24 de outubro

O promotor de Justiça foi morto no dia 14 de outubro de 2013, na PE300, na altura do KM 19, sentido município de Itaíba (Agreste)./ Foto: internet

O promotor de Justiça foi morto no dia 14 de outubro de 2013, na PE300, na altura do KM 19, sentido município de Itaíba (Agreste)./ Foto: internet

O julgamento do homicídio do promotor de Justiça Thiago Faria Soares será realizado no dia 24 de outubro, às 9h, no auditório do 10° andar, da sede da Justiça Federal, Fórum Ministro Artur Marinho, na avenida Recife, n°6250, Jiquiá. O Júri será presidido pela juíza federal Amanda Torres de Lucena Diniz Araújo, titular da 4ª Vara, apesar de o caso tramitar na 36ª Vara.

Quatro pessoas vão a julgamento: José Maria Pedro Rosendo Barbosa, José Maria Domingos Cavalcante, Adeildo Ferreira dos Santos e José Marisvaldo Vitor da Silva.

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