Com Dossiê da Mulher, Cristina Costa quer fortalecimento das políticas públicas em Petrolina

Vereador quer fortalecimento das políticas públicas para mulher (Foto: Jean Brito/Ascom CMP)

A rede de enfrentamento à violência contra a mulher deve ser fortalecida em Petrolina. Na sessão de quinta-feira (7) os vereadores aprovaram por 21×0 o Projeto de Lei n° 089/2019, que cria o Dossiê Mulher em Petrolina. A matéria foi apresentada por Cristina Costa (PT).

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De acordo com a autora do projeto, com essa nova lei municipal poderão ser elaboradas estatísticas e assim, indicar quais políticas públicas de proteção às vítimas devem ser fortalecidas. “O Dossiê consistirá na elaboração de estatísticas periódicas sobre as mulheres atendidas pelas políticas públicas no município de Petrolina, que deverão ser tabulados e analisados todos os dados em que consta qualquer dado de violência contra a mulher“, explicou Costa.

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Depois de jornal citar nome de Bolsonaro, Moro pede à PGR abertura de inquérito para investigar morte de Marielle Franco

O inistro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, encaminhou hoje (30) um ofício ao procurador-geral da República, Augusto Aras. Moro solicita a instauração de um inquérito para apuração do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, mortos em março de 2018.

A ação de Moro vem um dia após o Jornal Nacional veicular uma matéria sobre uma possível ligação de Jair Bolsonaro (PSL) ao caso. No texto do documento, segundo o UOL, Moro sugere que Bolsonaro é “vítima de perseguição”.

O JN teve acesso ao depoimento do porteiro do condomínio onde Bolsonaro tem um apartamento, no Rio de Janeiro. O porteiro contou que um dos suspeitos de envolvimento no homicídio pediu para interfonar na residência de Bolsonaro para entrar no local. Mais tarde o presidente fez uma live nas redes sociais e criticou o JN, alegando ser vítima de perseguição.

MP do Rio de Janeiro afirma que assassinato de Marielle Franco foi planejado três meses antes do crime

(Foto: Internet)

O assassinato da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco (PSOL) foi planejado três meses antes. Foi o que concluiu o Ministério Público do Estado nessa terça-feira (12). Mais cedo dois suspeitos de participação no crime foram detidos.

Segundo a Polícia Civil, Ronnie Lesa que é policial militar reformado foi o autor dos disparos, enquanto Élcio Vieira de Querioz é ex-PM conduzia o veículo utilizado no dia da ação criminosa que terminou também com a morte do motorista de Marielle, Anderson Gomes.

De acordo com o MP e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), “é inconteste que Marielle foi sumariamente executada em razão da atuação política na defesa das causas que defendia”. Para os promotores, o assassinato foi um golpe ao “Estado Democrático de Direito”. Com informações do UOL.

Polícia cumpre mandados contra envolvidos na morte de Marielle

A vereadora Marielle Franco foi assassinada junto com o motorista Anderson Gomes, na noite de 14 de março deste ano. (Foto: Internet)

Agentes da Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Rio de Janeiro cumprem nesta quinta-feira (13) na capital e em outros municípios os primeiros mandados de prisão e apreensão contra suspeitos de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

 O delegado Giniton Lages, responsável pelas investigações, informou à Agência Brasil que a operação se estende a bairros do município do Rio e em Angra dos Reis, Nova Iguaçu, Petrópolis, e fora do estado, na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais.

Segundo o delegado, a operação deriva de inquéritos policiais paralelos às investigações do caso Marielle e Anderson.

Desde que começaram as investigações, que apuram a autoria dos crimes, a Delegacia de Homicídios vem realizando várias operações policiais para a checagem de informações anônimas.

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Vereador Gilmar Santos acredita que não aprovação de projeto de lei que homenageava Marielle Franco foi retaliação dos colegas da bancada governista

Vereador Gilmar Santos. (Foto: Blog Waldiney Passos)

O presidente da Casa Plínio Amorim, Osório Siqueira (PSB), colocou para votação na pauta da sessão da Câmara de Vereadores da última terça-feira (19), o projeto de lei nº 072/18 de autoria do vereador Gilmar Santos (PT), que institui o Prêmio Marielle Franco de apoio as iniciativas de Promoção dos Direitos Humanos e da Cidadania para o município de Petrolina.

Apesar da defesa contundente do autor o projeto não foi aprovado. 13 vereadores votaram contra, apenas 5 votaram a favor e um se absteve. O vereador lamentou a reprovação dos colegas. Segundo ele, a homenagem a vereadora Marielle Franco é justa devido a sua trajetória e por ter sido brutalmente assassinada por causa da sua luta em favor dos menos favorecidos da sociedade. Para ele, os votos contrário dos colegas ao projeto, foi uma retaliação à sua atuação na Câmara Municipal.

“Não temos dúvida nenhuma. É uma expressão, primeiro, da falta de compromisso dos vereadores com a política com P maiúsculo, é uma expressão de perseguição ao nosso posicionamento aqui nessa casa de não admitir violações, de não admitir a truculência, de não admitir esse comportamento de compadrio, sacrificando portanto a dignidade de nossa população”, disse o vereador Gilmar Santos.

Partidos políticos e movimentos civis, de Petrolina, realizam manifestação para lembrar um mês do assassinato da vereadora Marielle Franco

Está marcada para às 9h deste sábado (14), na praça do Bambuzinho, no centro de Petrolina (PE), mais uma manifestação para cobrar respostas sobre o assassinato da vereadora do PSOL do Rio de Janeiro, Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes.

Movimentos Sociais e partidos de esquerda como o PSOL, PCB e PT, participam do evento que marca um mês da morte da parlamentar, que segue sem solução desde 14 de março, quando a mesma foi executada ao sair de um evento político.

Segundo os organizadores, o ato chamado de Amanhecer por Marielle e Anderson, será por justiça em relação a este crime violento e todos os crimes que permanecem impunes no país.

“Pedimos o fim de qualquer forma de violência e denunciarmos principalmente a violência contra as mulheres, populações das periferias e favelas, extermínio de negros e população LGBT em nosso país”, afirmou Ivan Morais, um dos organizadores, em e-mail enviado ao blog.

Prazo para Facebook remover postagens contra Marielle Franco termina nessa tarde

(Foto: Internet)

O prazo de 24 horas dado ao Facebook para remover todas as postagens caluniosas contra a vereadora Marielle Franco (PSOL) termina na tarde dessa quarta-feira (4). A decisão do juiz da 15ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Jorge Novelle foi tomada na semana passada, mas a rede social somente foi notificada na tarde da terça-feira (3).

A ação foi movida pela irmã de Marielle, Anielle Silva e pela víuva da vereadora, Mônica Benício. Até a manhã de hoje, os conteúdos continuavam disponíveis no Facebook. Caso haja descumprimento da medida, as advogadas que acompanham o caso entrarão com uma petição para que a decisão seja integralmente cumprida.

A liminar concedida no ultimo dia 28 determina ainda que o Facebook precisa fornecer dentro do mesmo prazo informações sobre a autoria das postagens, bem como a administração das páginas e os IPs dos computadores de onde partiram as calúnias.

Desde o assassinato da vereadora e do seu motorista, Anderson Gomes, no dia 14 de março, começaram a circular “fake news” sobre Marielle, difamando a edil morta no mês passado.

Conselho de Ética instaura processo contra deputado por fake news sobre Marielle Franco

(Foto: Internet)

O Conselho de Ética da Câmara instaurou nesta terça-feira (3), o processo para analisar o pedido de cassação contra o deputado Alberto Fraga (DEM-DF), que divulgou em suas redes sociais fake news sobre a vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada em março no Rio.

Durante a reunião, foram sorteados três nomes que poderão assumir a relatoria do caso: Adilton Sachetti (PRB-MT), Benjamin Maranhão (SD-PB) e Flavinho (PSC-SP). Caberá ao presidente do colegiado, Elmar Nascimento (DEM-BA), escolher um deles. O deputado indicado terá dez dias para elaborar um parecer indicando se o processo deve ou não continuar.

A representação foi apresentada pelo PSOL, partido de Marielle, que acusa Fraga de quebra de decoro parlamentar. “O deputado cometeu uma grande irresponsabilidade, ele mesmo confessou que repassou as informações sem checar”, disse o deputado Ivan Valente (PSOl-SP).

Marielle foi executada em 14 de março. Dias depois, Fraga publicou em sua conta no Twitter um comentário onde apontou a suposta relação entre a vereadora e uma organização criminosa. “Conheçam o novo mito da esquerda, Marielle Franco. Engravidou aos 16 anos, ex-esposa de Marcinho VP, usuária de maconha, defensora da facção rival e eleita pelo Comando Vermelho, exonerou recentemente seis funcionários, mas quem a matou foi a PM”, escreveu. A postagem foi removida de seu perfil após protestos dos internautas.

Em sua defesa, o deputado do DEM diz ter “certeza absoluta” que não quebrou o decoro parlamentar e a que a representação “faz parte da estratégia política do PSOL, de politizar um morto”. “O que eu fiz, milhões de pessoas fizeram, mas só porque eu sou parlamentar, eu tenho que pagar um preço? Vamos deixar que os colegas façam o seu julgamento”, afirma Fraga.

Representantes do PSOL pedem retratação de Osinaldo em relação a fala sobre vereadora Marielle Franco

Diretoria municipal do PSOL. (Foto: Blog Waldiney Passos)

A polêmica em torno da fala do vereador Osinaldo Souza (PTB) sobre a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) ainda repercute em Petrolina. Na quarta-feira (28), membros do Partido Socialista em Petrolina pediram uma retratação do edil.

De acordo com o presidente do Diretório do partido em Petrolina, Ivan Morais, a fala dita por Osinaldo propaga ódio. “Essa foi a conotação que deu a fala, logo um vereador que é presidente de uma Comissão tão importante. Nós esperávamos uma nota de apoio do vereador com a vereadora [Marielle] e não sei por que o vereador sai com declarações tão odiosas”, disse Ivan no programa Revista da Tarde, na Rádio Jornal.

Ivan Morais também afirma que “é inadmissível que esse vereador permaneça como presidente da Comissão de Direitos Humanos”. O presidente local do partido também destacou que há tempo para o vereador se retratar da fala.

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Osinaldo rebate acusações e diz que representantes do PSOL estão usando morte de vereadora para “angariar votos”

(Foto: Blog Waldiney Passos)

O vereador Osinaldo Souza (PTB) rebateu a atitude de alguns representantes do Partido Socialista (PSOL) os quais pediram a saída do edil da presidência da Comissão de Direitos Humanos na Casa Plínio Amorim. Na sessão de terça-feira (27), sete membros do PSOL protestaram contra as declarações de Osinaldo sobre a morte da vereadora Marielle Franco e formalizaram o pedido no Ministério Público de Pernambuco (MPPE).

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Durante entrevista no programa Super Manhã, da Rádio Jornal Petrolina, Osinaldo afirmou estar tranquilo quanto à manifestação e criticou os representantes do partido.

“Se fossem algumas famílias de bem pedindo meu afastamento, se fosse a criança, o jovem e o adolescente que eu defendo a vulnerabilidade deles, que defendo a inocência deles, se fosse um policial em serviço que estivesse pedindo meu afastamento por desrespeitar o seu serviço e sua ação efetiva contra o crime organizado, se fosse um cidadão de bem eu estaria preocupado, mas sete integrantes do PSOL que a gente sabe que na maioria das vezes defende as coisas que são mais duvidosas, eu estou totalmente tranquilo”, disse o vereador.

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Diretoria municipal do PSOL. (Foto: Blog Waldiney Passos)

Membros do diretório municipal do PSOL de Petrolina (PE) estiveram hoje na Câmara de Vereadores para pedir o afastamento do vereador Osinaldo Souza (PTB), da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania na Casa Plínio Amorim.

O pedido do PSOL, foi baseado em uma declaração que o vereador teria dado, na sessão da última quinta-feira (22), a respeito da vereadora do partido, Marielle Franco, executa no Rio de Janeiro, no último dia 14 de março.

Segundo as lideranças do partido em Petrolina, o edil teria dito na tribuna que, Marielle tanto defendeu bandido que foi assassinada por eles. Insinuando, segundo o PSOL, que a vereadora tinha envolvimento com o crime organizado.

“O vereador Osinaldo fez um pronunciamento odioso em função da morte da companheira Marielle, vereadora do PSOL, do Rio de Janeiro, que foi brutalmente assassinada, por defender os diretos humanos, por defender as pessoas mais humildes. Ela não defendia bandido e não tinha envolvimento com o tráfico. Então ele incitou a violência na fala dele. Ele tá ferindo a Constituição Federal que diz que todos tem direito a vida, tem direito a liberdade expressão, tem direito de ir e vir”, disse o secretário do partido em Petrolina, Rosalvo Antônio.

Osinaldo usou a tribuna para se defender e disse que só deixa a Comissão de Direitos Humanos da Câmara se for eleito deputado estadual.

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Violência de gênero é tema de cine-debate em Petrolina

Em alusão ao Dia Internacional da Mulher, especialistas vão debater o caso da vereadora Marielle Franco e práticas culturais relacionadas à violência de gênero.

Será realizado neste sábado (24), às 16h, no auditório da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC), de Petrolina (PE), o Cine-debate “Violência de gênero e machismo atual”. O objetivo é discutir as práticas culturais relacionadas ao tema. Em especial, o caso da vereadora carioca Marielle Franco, vítima de execução por seu trabalho em prol dos direitos humanos.

O evento será mediado por especialistas no tema, como Samella Vieira, professora do curso de Psicologia da Univasf, Ana Paula Silva dos Santos, educadora social da Pastoral da Mulher, e Hannah Lima do Movimento Feminista Classista Ana Montenegro.  A entrada custa um quilo de alimento não-perecível que será doado a uma instituição de caridade.

Os dados da violência contra a mulher na região impressionam. Segundo a Ronda Maria da Penha (RMP), só em Juazeiro (BA), nos anos de 2016 e 2017, foram cerca de 60 mil agressões. Ainda de acordo com a RMP, os motivos mais comuns para as agressões são fim do relacionamento, consumo de drogas ou álcool e ciúmes da companheira.

Um dos maiores gargalos para que as mulheres sigam desprotegidas é a falta de denúncia. As que denunciam são protegidas pela Ronda Maria da Penha através das medidas protetivas e em Juazeiro, dados da Vara da Paz pela Família apontam que mais de 90% das solicitações de medidas protetivas são autorizadas pela justiça.

Desembargadora que fez posts contra a vereadora do PSOL assassinada no Rio será investigada pelo CNJ

(Foto: Internet)

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou nesta terça-feira (20) que abriu procedimento para investigar uma publicação feita pela desembargadora Marília de Castro Neves, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), na qual a magistrada acusa a vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) de estar “engajada com bandido” e envolvida com a organização criminosa Comando Vermelho.

Marielle foi executada na semana passada, com quatro tiros na cabeça, no centro do Rio.

“Diante das recentes notícias veiculadas em meios de comunicação sobre manifestações públicas da desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), Marília Castro Neves, a respeito da vereadora carioca assassinada, Marielle Franco, o corregedor Nacional de Justiça, ministro João Otávio de Noronha, determinou a abertura de procedimento para averiguar os fatos”, informa nota publicada pelo CNJ em seu site oficial.

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Carro suspeito de ter sido usado no assassinato de vereadora é localizado em MG

(Foto: Reprodução/TV Globo)

A Polícia Civil de Minas Gerais informou ter localizado na cidade de Ubá, região da Zona da Mata, um carro suspeito de ter sido usado nos assassinatos da veredora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do motorista Anderson Gomes na última quarta-feira (14) no Rio de Janeiro. O veículo tem características semelhantes – como cor e modelo – ao que foi usado no crime.

Policiais do Rio de Janeiro foram informados da apreensão e uma equipe foi deslocada para o município mineiro neste domingo (18). De acordo com a polícia de Minas, o veículo ainda será periciado e não é possível confirmar se realmente é o carro que participou da emboscada.

Crime
Na última quarta, a vereadora Marielle Franco foi morta com quatro tiros na cabeça, quando ia para casa no bairro da Tijuca, zona norte do Rio, retornando de um evento ligado ao movimento negro, na Lapa. A parlamentar viajava no banco de trás do carro, quando criminosos emparelharam um veículo com o carro da vítima e dispararam nove vezes. O motorista do veículo, Anderson Gomes, também morreu. Uma assessora que também estava no carro sobreviveu.

A Polícia Civil do Rio já tem imagens do momento em que Marielle saía do encontro. Elas mostram que o carro onde estava a vereadora foi seguido por outros dois automóveis. Até agora as primeiras informações sobre as investigações apontam para crime premeditado.

Disque Denúncia
O Portal dos Procurados do Disque Denúncia divulgou um cartaz para receber informações que possam ajudar nas investigações da Polícia Civil, que tem à frente à Delegacia de Homicídios da Capital (DH). Quem tiver qualquer informação que possa ajudar na identificação ou localização dos assassinos, pode usar o Whatsapp do Portal dos Procurados (21) 98849-6099 ou também o número da Central de Atendimento do Disque Denúncia (21) 2253-1177. Outras opções são a página do Portal dos Procurados no Facebook e o aplicativo Disque Denúncia-RJ. O portal garante o anonimato.

Delegado é afastado após comentários sobre assassinato de Marielle Franco

(Foto: Internet)

O delegado Jorge Ferreira foi afastado da sua função a frente do Departamento de Polícia da Mulher em Pernambuco. A medida foi tomada após o delegado ter utilizado uma rede social para fazer comentários sobre a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL).

(Foto: Reprodução)

Na postagem publicada no sábado (17), Jorge Ferreira teria dito que a vereadora assassinada na semana passada era “mulher de bandido” e estava envolvida com o narcotráfico. A mensagem provocou uma reação e gerou críticas à postura do delegado.

Na tarde desse domingo (18) o delegado afirmou que a mensagem não foi postada por ele. “Nunca falaria uma coisa dessa natureza. Até porque eu trabalho em uma delegacia especializada em crimes contra a mulher e fui escolhido pelo meu caráter.”

SDS se pronuncia

A Corregedoria da Secretaria de Defesa Social (SDS) do Estado abriu sindicância para apurar a conduta do profissional. Em nota oficial, o Governo de Pernambuco e a SDS afirmam que o delegado foi afastado do plantão da Delegacia da Mulher, “em decorrência de declarações publicadas a respeito do bárbaro assassinato da vereadora Marielle Franco, em uma rede social”.

O conteúdo da postagem foi encaminhado à Corregedoria Geral da SDS, que iniciou uma investigação, na qual o servidor terá direito à ampla defesa e ao contraditório”. Até a conclusão do procedimento administrativo, o servidor ficará à disposição do setor de recursos humanos da Polícia Civil.

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