Governo de Pernambuco tem 72 horas para se pronunciar sobre fim de delegacia

(Foto: Bobby Fabisak/JC)

Uma ação popular em nome de Lucas Gondim Chaves Regis, Paulo Vinícius Cabral dos Santos e Saulo Gonçalo Brasileiro, formandos de direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), questionando a extinção da Delegacia de Polícia de Crimes contra a Administração e Serviços Públicos (Decasp), fez com que a justiça pressionasse o Governo de Pernambuco.

O juiz da 5ª Vara da Fazenda Pública da Capital, Augusto Napoleão Sampaio Angelim, deu o prazo máximo de 72 horas para que o Governo do Estado se pronuncie sobre a ação popular feita pelos estudantes. Após esse prazo, o magistrado vai tomar a decisão a favor ou contra o pedido da ação.

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Na petição, o grupo denuncia o desvio de finalidade em relação ao fim da delegacia que combatia a corrupção em Pernambuco, e pede que a Justiça aprecie o pedido de liminar para suspender os efeitos da lei estadual que criou o Departamento de Repressão ao Crime Organizado, e, consequentemente, acabou com a Decasp. A ação foi distribuída, na noite da última quinta-feira (08), para a 5ª Vara da Fazenda Pública da Capital.

Apesar das críticas de entidades, associações de polícia e da sociedade, a lei proposta pelo Governo de Pernambuco e aprovada pela grande maioria dos deputados resultou no fim delegacia na semana passada.

Com informações do Jornal do Commercio

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