O CREMEPE apura se houve erro médico na morte de esteticista, em Petrolina

(Foto: Arquivo Pessoal/Uilma Fontes)

Na última terça-feira (10) a esteticista Uilma Fontes Silva de 37 anos, morreu pós uma cirurgia de lipoaspiração realizada em um hospital particular de Petrolina. Polícia Civil e o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (CREMEPE) estão investigando, para saber a causa da morte e se houve erro médico.

A informação inicial é que minutos depois de finalizar o procedimento Uilma Fontes, passou mal e teve uma parada cardíaca. Existe a suspeita de que tenha sido operada por um profissional sem habilitação em cirurgia plástica e que tenha acontecido algum erro médico.

O presidente do CREMEPE, André Dubeux conversou com o repórter Marco Aurélio, da Rádio Jornal Petrolina e informou que determinou uma sindicância para apurar se houve alguma infração médica e que o relatório deve ficar pronto em até 90 dias.

“De pronto quando tomei conhecimento, através da mídia eu determinei uma abertura de sindicância, para que a corregedoria nomeasse um sindicante que terá o prazo de até 90 dias para apresentar um relatório, que vai ser apreciado pela câmara de sindicância para ver se houve alguma infração ao código de ética médico. De imediato, também solicitei o prontuário da paciente no hospital onde foram realizados o procedimento e o laudo necroscópico para ser acostado aos documentos”, afirmou André Dubeux.

Ainda sobre a investigação André Dubeux, falou que é preciso investigar para saber se houve ou não um erro médico para que a punição seja aplicada de acordo com a gravidade.

“Primeiro precisamos definir se realmente houve alguma infração ao código de ética médico, no caso um erro médico. As punições vão desde uma punição confidencial ou a cassação do registro, que é a pena máxima que pode ocorrer. Precisamos ver se a profissional que operou estava apta a fazer o procedimento, que é outra dúvida que se tem. Com isso a câmara de sindicância vai julgar se vai arquivar ou abrir um processo”, encerro ou presidente.

Independente do laudo, já foi instaurado para verificar se o hospital era habilitado para esse tipo de cirurgia e se o médico também era capacitado.

2 Comentários

Deixe uma resposta